O Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) registrou variação de 0,54% em março, ante 0,34% em fevereiro. Foi o maior índice registrado para o mês de março desde 2015, quando este foi de 1,24%. Com o resultado do mês, o crescimento do acumulado nos últimos doze meses apresentou um avanço de 3,73% para 4,18% e o valor acumulado no ano de 2019 ficou em 1,18%.

A 2ª prévia do IGP-M registrou variação de 1,06% na passagem de fevereiro para março ante 0,55% observada na passagem anterior. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) passou de 0,73% em fevereiro para 1,41% no segundo decêndio de março. Nos Bens Finais, se destacou o comportamento do subgrupo combustíveis para consumo, cuja variação passou de -0,83% para 7,41%. Já nos Bens Intermediários, o destaque foi do subgrupo materiais e componentes para manufatura, cuja taxa passou de -1,03% para -0,12%. A taxa do grupo Matérias-Primas Brutas avançou, passando de 1,89% em fevereiro para 2,07% em março. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) teve variação de 0,50% ante 0,17% em fevereiro. A taxa do índice Nacional de Custo da Construção (INCC) recuou de 0,29% para 0,11% no

A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta quinta-feira pelo IBGE, apontou uma variação de 0,4% no volume de vendas do comércio varejista com ajuste sazonal na passagem de dezembro para janeiro, ante recuo de 2,1% na passagem anterior. Na comparação mensal interanual, as vendas no varejo sem ajuste sazonal avançaram 1,9%. Com o resultado, o acumulado nos últimos 12 meses foi de 2,2%, ligeiramente abaixo do resultado nos últimos doze meses imediatamente anteriores (2,3%).

A Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta quarta-feira pelo IBGE, apontou um recuo de 0,8% da produção industrial nacional em janeiro frente ao resultado de dezembro na série com ajuste sazonal. Na comparação mensal interanual, o resultado da indústria foi 2,6% inferior ao observado em janeiro de 2018 na série sem ajuste sazonal. O acumulado nos últimos 12 meses foi de 0,5%, abaixo dos 1,2% nos doze meses imediatamente anteriores.

O IPCA registrou avanço de 0,43% em fevereiro, após variação de 0,32% em janeiro. Com o resultado do mês, o crescimento do acumulado nos últimos doze meses apresentou um avanço de 3,78% para 3,89%. O valor acumulado no ano de 2019 foi de 0,75%, acima do registrado no mesmo período de 2018 (0,61%).

A primeira prévia do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15) registrou variação de 0,34% na passagem para fevereiro, ante 0,30% em janeiro. Foi o menor índice registrado para o mês de fevereiro, juntamente com fevereiro de 2000, desde a implantação do Plano Real, em 1994. Com o resultado do mês, o crescimento do acumulado nos últimos doze meses apresentou um recuo de 3,77% para 3,73% e o valor acumulado no ano de 2019 ficou em 0,64%. Os grupos de Transportes e Vestuários apresentaram deflação de janeiro para fevereiro; variação de -0,08 e -0,05 pontos percentuais, respectivamente. Já os grupos de Alimentação e Bebidas, Habitação, Saúde e cuidado pessoal, Despesas Pessoais, Artigos de Residência, Educação e Comunicação apresentaram alta de janeiro para fev

A 2ª prévia do IGP-M registrou variação de 0,55% na passagem de janeiro para fevereiro ante -0,01% observada no mês anterior. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) passou de -0,26% em janeiro para 0,73% no segundo decêndio de fevereiro. Nos Bens Finais, se destacou o comportamento do subgrupo alimentos in natura, cuja variação passou de 3,72% para 12,83%. O comportamento do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de -5,66% para 2,18%, foi o principal responsável pela variação observada nos Bens Intermediários (-0,29% contra -1,08% no mês anterior). A taxa do grupo Matérias-Primas Brutas mostrou avanço, passando de -0,24% em janeiro para 1,89% em fevereiro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) teve variação de 0,17% ante 0,49% e

O Banco Central divulgou nesta sexta-feira o índice de atividade econômica (IBC-Br) de dezembro. Na série dessazonalizada, houve crescimento de 0,21% na passagem de mês, após variação de 0,23% na passagem anterior (revisada de 0,29%). Já na série sem ajuste sazonal, o crescimento em relação ao mesmo período do ano anterior foi de 0,18%. Com esse resultado, o acumulado no ano de 2018 foi de 1,15% na série original e 1,16% na série dessazonalizada, ambos abaixo do esperado pelo mercado. Na comparação interanual, a média móvel trimestral da série original variou 1,5%, enquanto a série com ajuste sazonal apresentou ligeiro crescimento de 0,2%.

A Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nessa quinta-feira pelo IBGE, mostrou ligeira variação de 0,2% no volume de serviços na passagem de novembro para dezembro, mantendo o quadro de estabilidade observado nos três últimos meses. Na comparação mensal interanual sem ajuste sazonal, o setor de serviços variou -0,2%. Com o resultado, o acumulado no ano de 2018 foi de - 0,1%, quarto ano seguido de retração. Na passagem de novembro para dezembro, 18 das 27 unidades federativas apresentaram alta no volume de serviços, com destaque positivo para Rio de Janeiro (3,2%) e São Paulo (0,3%). Os destaques negativos foram do estado do Mato Grosso (-9,7%) e Ceará (-6,3%). Nesta mesma base de comparação, quatro das cinco atividades apresentaram retração; a principal variação

A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta quarta-feira pelo IBGE, apontou um recuo de 2,2% no volume de vendas do comércio varejista com ajuste sazonal na passagem de novembro para dezembro, ante crescimento de 3,1% na passagem anterior. Na comparação interanual, as vendas no varejo sem ajuste sazonal avançaram 0,6%. Com o resultado, o acumulado do ano do setor foi de 2,3%, abaixo do esperado pelo nós e pelo mercado.  O comércio varejista ampliado, que inclui também as atividades de Veículos, motos, partes e peças e de Material de construção, retraiu 1,7% na passagem de novembro para dezembro e cresceu 1,8% na comparação interanual. Com o resultado, o acumulado do ano foi de 5,0%.

    

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