O Monitor do PIB da FGV apontou para a redução de 1,5% da atividade econômica na passagem de abril para maio. Na comparação com maio de 2017, o PIB apresentou retração de 1,8%. A queda na atividade econômica é consequência da paralisação dos transportes de carga; sendo que os setores de transportes e da indústria de transformação foram os mais atingidos; registrando respectivamente recuos de 14,5% e 9,1% na comparação interanual. O consumo das famílias apresentou crescimento de 2,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Os efeitos da greve se fizeram sentir sobretudo no consumo de bens duráveis, que tinha crescido 17,2% na comparação interanual em abril e cresceu apenas 8,6% em maio. A Formação Bruta de Capital Fixo cresceu 1,7% no trimestre que se encerra e

Há pouco foi divulgado pelo Ministério do Trabalho os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) que, em junho, teve saldo negativo de 661 vagas. O número foi resultado de 1.167.531 contratações contra 1.168.192 demissões e foi a primeira queda no ano – a última havia sido registrada em dezembro de 2017, quando foram fechadas 339.625 vagas formais. Com este resultado, o país apresenta saldo de 344.057 postos de trabalho abertos no ano até junho.

O IPCA-15 registrou variação de 0,64% no mês de julho após variação de 1,11% em junho. Dessa forma, o índice acumula alta de 3,00% no ano e de 4,53% nos últimos doze meses. Os grupos de Alimentação e Bebidas, Transportes e Habitação tiveram os principais impactos no índice geral, ao variarem respectivamente 0,61%, 0,79% e 1,99%. No grupo de alimentos foi observada uma desaceleração em relação à variação de 1,57% observada em junho. O realinhamento dos preços após o impacto da paralisação dos caminhoneiros levou à queda nos preços de vários itens; cm destaque para a batata inglesa, o tomate e a cebola, que tiveram variação negativa nos preços superior a 20%. No grupo dos transportes por ocasião dos mesmo ajuste dos preços após a paralisação houve desace

A 2ª prévia do IGP-M avançou 0,53% em julho e desacelerou em relação à variação de 1,75% observada no mês passado. O Índice de Preços ao Produtor Amplo foi de 2,24% em junho para 0,52% em julho. Houve queda na taxa de variação dos preços para todos estágios de processamento. Nos Bens Finais, se destacou o comportamento do grupo alimentos in natura; cuja variação foi de 8,55% para -10,22% em julho. O subgrupo suprimentos teve desaceleração na sua variação, de 5,15% para 2,12%, sendo o principal responsável pelo resultado observado para os Bens Intermediários. A taxa do grupo Matérias-Primas Brutas passou de 2,10% em junho para -1,10% em julho. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,39% no segundo decêndio de julho, ante 0,99%, nomesmo período do mês a

Na passagem de abril para maio, o volume de serviços recuou 3,8%. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a queda no volume ocorreu na mesma magnitude. Com esse resultado, o setor de serviços acumula queda de 1,3% no ano e 1,6% nos últimos doze meses. Na passagem do mês, os recuos mais intensos no setor vieram dos estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais; de 8,6%, 5,45% e 5,0%. O principal avanço observado foi no Distrito Federal, de 1,7%. Na comparação interanual, os estados do Ceará, Paraná e Bahia apresentaram as retrações mais expressivas no volume de serviços; de 12,6%, 11,6% e 9,8% respectivamente. O Distrito Federal, novamente, apresentou o avanço mais significativo, de 4,8%.

Na passagem de abril para maio, o volume de vendas do comércio varejista caiu 0,6%. Na comparação com maio de 2017, por sua vez, houve avanço de 2,7%. Com isso, o varejo acumula alta de 3,2% no ano e 3,7% nos últimos doze meses. Na passagem do mês, a maior variação positiva foi registrada no volume de vendas de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo; de 0,6%. As maiores quedas foram observadas Livros, jornais, revistas e papelaria, e Combustíveis e Lubrificantes; de 6,7% e 6,1% respectivamente. Na comparação interanual, as maiores variações positivas são observadas no volume de vendas de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, e de Artigos Farmacêuticos; de 8,0% e 4,5%. As maiores quedas vieram de Livros, jornais,

Na passagem de abril para maio, a produção industrial regional apresentou avanço apenas no estado do Pará, que registrou variação de 9,2% na produção. Dentre os demais estados, as quedas mais acentuadas na passagem do mês foram dos estados do Mato Grosso, Paraná, Bahia e Santa Catarina; de 24,1%, 18,4% e de 15% para os dois últimos estados respectivamente. Na comparação com maio de 2017, as quedas mais acentuadas foram observadas nos estados de Goiás, Mato Grosso, Bahia e Paraná; de 15,7%, 14,7% ,13,7% e 12,0% respectivamente. Pará e Amazonas, com crescimento de 6,0% e 4,% na comparação interanual, apresentaram as maiores taxas de crescimento na produção industrial. No ano de 2018, o estado do Amazonas acumula o maior crescimento na produção, de 17,9%; ao passo que

O escritório da Representação Comercial dos EUA (USTR) comunicou, nesta terça-feira, tarifas adicionais de 10% sobre US$ 200 bilhões em produtos importados da China, devido às retaliações do país asiático sobre as tarifas iniciais impostas na última sexta-feira. A nova lista, que ainda passará por consulta pública até sua versão final, inclui produtos como roupas e itens de alta tecnologia, e está prevista para entrar em vigor em 30 de agosto. Vale lembrar que também está sob consulta pública a lista que contempla os US$ 16 bilhões para completar os US$ 50 bilhões em tarifas previstos inicialmente. Para estas, as audiências públicas se encerram ainda em julho. Aliados de Trump, contudo, criticam as tarifas adicionais comunicadas ontem. O republicano e presidente da

O IGP-DI registrou variação de 1,48% na passagem de maio para junho. O resultado é inferior ao observado no mês anterior, de 1,64%. Dessa forma, o índice acumula alta de 5,45% no ano e de 7,79% nos últimos doze meses. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) passou de 2,35% em maio para 1,67% em junho. A variação no grupo de Bens Finais passou de 1,05% em maio para 2,02% em junho. No grupo se destaca o comportamento dos alimentos processados, que registraram variação de 5,52% em junho após 1,39% no mês anterior. O índice do grupo Bens Intermediários variou 1,96% em junho, contra 3,30% no mês anterior. O principal responsável por esta desaceleração foi o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa de variação passou de 10,60% para -1,00%. No

Foi fechado ontem o acordo da Embraer com a Boeing, cujos detalhes ainda não são totalmente conhecidos. A principio a Boeing vai comprar 80% do segmento de aviões comerciais por US$ 3,8 bilhões. A parte adquirida irá fechar o capital e o remanescente – defesa e aviação executiva – ficará com a antiga Embraer. As ações caíram quase 15% ontem. A primeira preocupação é que embora represente 45% do faturamento da empresa, a parte que seguirá em Bolsa (defesa e aviação executiva), responde por apenas 10% do lucro da companhia. O mercado também está apreensivo pois a concretização do acordo levará tempo. A expectativa é que o mesmo só seja finalizado no final de 2019, quando teremos um novo Governo. Será que ele poderá atrapalhar?

    

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