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26 de Junho de 2025
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25 de Junho de 2025
A PIM-PF (Pesquisa Industrial Mensal) divulgada pelo IBGE, registrou crescimento de 0,5% na produção industrial na passagem de janeiro para fevereiro, segundo mês consecutivo de crescimento marginal. O resultado foi fortemente influenciado pelo crescimento de 2,7% do setor de veículos automotores, reboques e carrocerias, que em fevereiro retomou as atividades após férias coletivas de novembro e dezembro. O resultado do mês já sinaliza algum impacto da pandemia do coronavírus em setores como equipamento de informática e eletrônicos cuja queda foi de 5,8% no mês, devido à falta de insumos que essa indústria importa da China. Apesar disso, a pesquisa de março deverá apresentar com mais clareza os efeitos da pandemia, devido às medidas restritivas no comércio que levaram à
Devido à crise causada pelo coronavírus, os pedidos de auxílio desemprego chegaram a 6 milhões nos EUA, recorde histórico.
A PMS (Pesquisa Mensal de Serviços) divulgada pelo IBGE, registrou crescimento de 0,6% no volume de serviços na passagem de dezembro para janeiro, interrompendo uma sequência de dois meses seguidos de queda. O resultado foi influenciado pelo setor de transportes, principalmente o transporte terrestre que cresceu 4% - segmento bastante sensível ao desempenho da indústria, que cresceu 0,9% em janeiro. Na comparação interanual, o setor de serviços registrou crescimento de 1,8%. Assim como a PMC, divulgada ontem, o resultado vem em linha com a gradual recuperação da economia brasileira que acontecia antes da crise causada pelo covid-19. Os resultados dos próximos meses deverão mostrar com mais clareza a dimensão dos impactos da atual crise. PMS - Crescimento Acumulado em 12 mese
A pesquisa mensal do comércio, divulgada pelo IBGE, registrou queda de 1,0% na passagem de dezembro para janeiro, sendo o segundo mês consecutivo de queda. Assim como dezembro de 2019, o varejo em janeiro impactado pelo choque de preços das proteínas, que prejudicaram as vendas nos supermercados. Estas, caíram 1,2% no mês, sendo a maior influência negativa para o resultado fechado. Na comparação interanual, o varejo cresceu 1,3%, resultado que veio em linha com gradual a recuperação econômica brasileira antes da crise causada pela covid-19. Os resultados dos meses de fevereiro e, principalmente, março deverão mostrar com mais clareza os impactos das medidas adotadas para combater a disseminação do coronavírus, como fechamentos de lojas e comércios e restrição de
A taxa de desemprego atingiu 11,2% no trimestre finalizado em janeiro, ante 11,0% no último trimestre de 2019 – ligeiro aumento relacionado ao movimento sazonal de demissões de funcionários temporários que foram contratados no final do ano. Na série dessazonalizada, e mesma base de comparação, o desemprego passou de 11,62% para 11,46%. Em relação ao trimestre móvel anterior, encerrado em outubro, o desemprego caiu 0,4.p.p., já em relação ao mesmo período do ano passado, 0,8p.p., resultado que corrobora com o cenário de melhora gradual do mercado de trabalho.
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A PMS (Pesquisa Mensal de Serviços) divulgada hoje, pelo IBGE, registrou queda de 0,1% no volume de serviços na passagem de novembro para dezembro, sendo o segundo mês seguido de queda. Na comparação interanual houve crescimento de 1,6%, sendo o quarto mês consecutivo de variação positiva nesta base de comparação. Com este resultado, o volume de serviços acumulou crescimento de 1,0% no ano de 2019 - a primeira alta desde 2014. O resultado do ano passado foi puxado, principalmente, pelos serviços de informação e comunicação, que cresceram 3,3%. Outro destaque positivo no ano foram os serviços de locação de automóveis, que cresceram devido ao aumento de motoristas de aplicativo e pela mudança na preferência do consumidor que prefere não comprar um carro. Por ou
A pesquisa mensal do comércio, divulgada pelo IBGE, registrou queda de 0,1% na passagem de novembro para dezembro, interrompendo uma sequência de sete meses consecutivos de crescimento. O mês de dezembro ficou marcado pelo grande aumento de preços de proteínas, prejudicando o desempenho dos Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que caíram 1,2% em relação a novembro e 2,9% em relação a dezembro de 2018. Na comparação interanual, o volume de vendas no varejo cresceu 2,6% em dezembro, chegando ao nono mês consecutivo de crescimento nessa comparação. Com este resultado, o varejo fecha 2019 com crescimento de 1,8%, puxado pelos artigos farmacêuticos (6,8%), outros artigos (6,1%) - categoria que engloba lojas de departamentos, óticas, joalherias