O IBGE divulgou hoje o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que registrou alta de 0,70% em fevereiro. O resultado ficou acima das expectativas do mercado (0,65%), e representa uma acelaração de de 0,37 ponto percentual em relação à alta de 0,33% observada em janeiro. Entre os 9 grupos de produtos e serviços pesquisados, a maior variação e impacto vieram do grupo Educação (5,21% e 0,31 p.p. de impacto). Na sequência, vieram Transportes, com a segunda maior variação e impacto (0,74% e 0,15 p.p.), Saúde e cuidados pessoais (0,59% e 0,08 p.p.), Despesas pessoais (0,33% e 0,03 p.p.), Habitação (0,30% e 0,05 p.p.), Alimentação e bebidas (0,26% e 0,06 p.p.), Vestuário (0,16% e 0,01 p.p.), Comunicação (0,15% e 0,01 p.p.) e Artigos de residência (0,13% e 0,

O Departamento do Trabalho dos Estados Unidos divulgou hoje o Índice de Preços ao Consumidor (CPI), que registrou alta de 0,3% em fevereiro, 0,1 ponto percentual acima da variação de 0,2% observada em janeiro. O resultado veio de acordo com a expectativa do mercado. No acumulado de 12 meses, o CPI acumula alta de 2,4%, enquanto o núcleo do índice avança 2,5%, ambos repetindo as taxas registradas em janeiro.

Hoje foi divulgada pelo IBGE a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), que registrou alta de 0,4% no volume de vendas do comércio varejista restrito frente a dezembro de 2025, na série com ajuste sazonal. Já o comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo restrito, as atividades de Veículos, motos, partes e peças, Material de construção e Atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo, avançou 0,9% na mesma comparação. Na comparação com janeiro de 2025, na série sem ajuste sazonal, o varejo restrito cresceu 2,8%, enquanto o ampliado avançou 1,1%. Quatro das oito atividades pesquisadas apresentaram alta de dezembro para janeiro, na série com ajuste sazonal: Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (2,6%), Tecidos, vestuário e calçados (1,8

O IBGE divulgou hoje a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), que apontou crescimento de 1,8% na produção industrial em janeiro frente a dezembro, na série com ajuste sazonal, maior alta desde junho de 2024 (4,4%). Na comparação com janeiro de 2025, a indústria avançou 0,2%, interrompendo três meses consecutivos de taxas negativas: dezembro (-0,1%), novembro (-1,4%) e outubro de 2025 (-0,5%). Na abertura por grandes categorias, todos os quatro segmentos avançaram no mês: bens de capital (2,0%), bens de consumo duráveis (6,3%), bens intermediários (1,7%) e bens de consumo semi e não duráveis (1,2%). Entre as atividades, as influências positivas mais importantes foram assinaladas por produtos químicos (6,2%), veículos automotores, reboques e carrocerias (6,3%) e coque, produtos

O Departamento do Trabalho dos Estados Unidos divulgou hoje o Índice de Preços ao Consumidor (CPI), que registrou alta de 0,2% em janeiro, 0,1 ponto percentual abaixo da variação de 0,3% observado em dezembro. O resultado veio abaixo da expectativa do mercado, que era de 0,3%. Com o resultado, o CPI acumula alta de 2,4% nos últimos 12 meses, desacelerando frente aos 2,7% registrados em dezembro. Enquanto o núcleo do índice acumula 2,5% em 12 meses, após variação de 2,6% na leitura anterior.

Hoje foi divulgada pelo IBGE a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), que registrou recuo de 0,4% no volume do comércio varejista restrito em dezembro frente a novembro, na série com ajuste sazonal. Já o comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo restrito, as atividades de Veículos, motos, partes e peças, Material de construção e Atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo, recuou 1,2% na mesma comparação. Na comparação com dezembro de 2024, na série sem ajuste sazonal, o comércio varejista restrito cresceu 2,3%, enquanto o varejo ampliado avançou 2,8%. Seis das oito atividades pesquisadas recuaram de novembro para dezembro, na série com ajuste sazonal: Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (-5,1%), Livros, jornais, revistas

O IBGE divulgou hoje a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), que registrou retração de 0,4% no volume de serviços em dezembro frente a novembro, na série com ajuste sazonal, interrompendo uma sequência de nove resultados positivos e uma estabilidade registrada em novembro. Na comparação com dezembro de 2024, o setor cresceu 3,4%, marcando a 21ª taxa interanual positiva. Os dados vieram abaixo do esperado pelo mercado (0,1% na base mensal e 3,5% na comparação anual). Três das cinco atividades pesquisadas apresentaram taxas negativas no mês, com destaque para o setor de transportes (-3,1%), que registrou retração em todos os modais observados pelo IBGE: terrestre (-1,7%), aquaviário (-1,4%), aéreo (-5,5%) e serviços auxiliares dos transportes e correios (-4,9%). As demais ret

O IBGE divulgou hoje o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que registrou alta de 0,33% em janeiro. O resultado ficou levemente acima das expectativas do mercado (0,32%), e repete a mesma variação registrada em dezembro. Entre os 9 grupos de produtos e serviços pesquisados, a maior variação veio de Comunicação (0,82% e 0,04 p.p. de impacto). Na sequência, vieram Saúde e Cuidados Pessoais (0,70% e 0,10 p.p.), Transportes (0,60% e 0,12 p.p.), responsável pelo maior impacto no índice, Despesas Pessoais (0,41% e 0,04 p.p.), Alimentação e Bebidas (0,23% e 0,05 p.p.) e Artigos de Residência (0,20% e 0,01 p.p.) Educação (0,02% e 0,0 p.p.) teve variação próxima da estabilidade e não exercereu pressão no resultado do índice. As quedas ficaram em

O FGV-Ibre divulgou o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que registrou alta de 0,20% em janeiro, após elevação de 0,10% em dezembro. Em janeiro de 2025, o índice havia registrado alta de 0,11% e acumulava avanço de 7,27% em 12 meses. Analisando os componentes do IGP-DI, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) se manteve estável (0,00% de variação) após alta de 0,03% em dezembro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,59%, após alta de 0,28% no mês anterior. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou 0,72%, ante 0,21% em dezembro. O núcleo do IPC variou 0,52%, acima dos 0,33% registrados no mês anterior, enquanto o Índice de Difusão, que mede a proporção de itens com variação positiva, ficou em 51,29%, 10 po

O IBGE divulgou hoje a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), que apontou queda de 1,2% na produção industrial em dezembro frente a novembro, na série com ajuste sazonal, queda mais intensa desde julho de 2024 (-1,5%). Na comparação com dezembro de 2024, contudo, a indústria avançou 0,4%, interrompendo dois meses consecutivos de taxas negativas: novembro (-1,4%) e outubro de 2025 (-0,5%). Na abertura por grandes categorias, todos os quatro segmentos recuaram no mês: bens de capital (-8,3%), bens de consumo duráveis (-4,4%), bens intermediários (-1,1%) e bens de consumo semi e não duráveis (-0,7%). Entre as atividades, as influências negativas mais importantes foram assinaladas por veículos automotores, reboques e carrocerias (-8,7%), produtos químicos (-6,2%) e metalurgia (-5,4%

    

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