Comentário Macroeconômico
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A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou hoje o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que registrou alta de 0,42% em setembro, após avanço de 0,36% em agosto. Na abertura dos componentes, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 0,49%, após variação de 0,43% no mês anterior. A desaceleração da queda entre os Bens Finais (de -0,55% para -0,02%) contribuiu para a aceleração do IPA, enquanto as Matérias-primas Brutas avançaram 1,47%, abaixo da taxa de 1,56% registrada em agosto. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou taxa de 0,25% em setembro, após recuo de 0,07% em agosto. Quatro das oito classes de despesas que compões o índice apresentaram acréscimo: Habitação (-0,19% para 1,14%), Educação, Leitura e Recreação (-0,78% para 0,38%), Tr
O Bureau of Economic Analysis (BEA), órgão do Departamento do Comércio norte-americano, divulgou hoje que o PIB dos Estados Unidos cresceu 3,8% no segundo trimestre de 2025 em relação ao trimestre anterior. O valor representa uma revisão em relação à segunda estimativa, de 3,3%, e ao número inicialmente divulgado, de 3%, e uma recuperação em relação ao primeiro trimestre, quando a economia havia recuado 0,6%. O resultado foi sustentado especialmente pelo aumento do consumo das famílias, que avançou 2,5% no período. Por outro lado, o investimento privado registrou queda de 13,8%, com destaque para o investimento residencial, que recuou 5,1%. Os gastos do governo praticamente se mantiveram estáveis (-0,1%), enquanto as importações caíram 29,3% e as exportações recuara
O IBGE divulgou hoje o Índice de Preços do Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que foi de 0,48% em setembro, após deflação de -0,14% observada em agosto. A maior variação e o maior impacto positivo vieram de Habitação (3,31% e 0,50 p.p., respectivamente), resultado fortemente influenciado pela alta de 12,17% na energia elétrica residencial, que contribuiu com 0,47 p.p. para o índice do mês. Também registraram altas quatro dos nove os grupos pesquisados: Vestuário (0,97%), Saúde e cuidados pessoais (0,36%), Despesas pessoais (0,20%) e Educação (0,03%). Em contrapartida, houve quedas em Alimentação e bebidas (-0,35%), Transportes (-0,25%), Artigos de residência (-0,16%) e Comunicação (-0,08%). O índice de difusão caiu para 53,3% em setembro, ante 57,22% em agosto. Com o
O Federal Reserve (Banco Central dos Estados Unidos) anunciou hoje, 17/09/2025, um corte de 25 pontos base na taxa básica de juros, reduzindo a faixa alvo para 4,00% - 4,25%, o menor nível desde novembro de 2022.A decisão foi a primeira redução em nove meses e já era amplamente esperada pelo mercado, refletindo sobretudo preocupações com o enfraquecimento do mercado de trabalho. Apenas o novo diretor Stephen Miran divergiu dos demais ao votar a favor de uma redução de 0,5 p.p.O Dot Plot, gráfico divulgado trimestralmente pelo FED que reúne as projeções individuais dos membros do FOMC para a trajetória dos juros, indica expectativa mais duas quedas de 0,25 p.p. ainda em 2025, levando a taxa para a banda 3,50% – 3,75% até o fim do ano.
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciou hoje, 17/09/2025, a manutenção da taxa Selic em 15,00% ao ano. A decisão, em linha com o que esperávamos, foi unânime entre os membros do colegiado. Segundo o comunicado, a opção por manter a taxa reflete instabilidades no ambiente externo e o fato de as expectativas de inflação para 2025 e 2026, medidas pela pesquisa Focus, permanecerem acima da meta, em 4,8% e 4,3%, respectivamente. O Copom destacou como riscos de alta para a inflação uma possível desancoragem das expectativas, maior resiliência da inflação de serviços devido a um hiato do produto mais positivo e efeitos inflacionários mais fortes de políticas econômicas internas e externas. Já entre os riscos de baixa, apontou a chance de uma desac
Hoje foi divulgada pelo IBGE a PNAD Contínua, que registrou taxa de desocupação de 5,6% no trimestre encerrado em julho. Frente ao trimestre móvel anterior, a taxa recuou 1,0 p.p., enquanto, na comparação com igual período de 2024, a queda foi de 1,2 p.p. O nível de ocupação manteve-se no percentual recorde de 58,8%, avançando 0,6 p.p. no trimestre e 0,9 p.p. no ano. Já a taxa composta de subutilização atingiu 14,1%, também a mais baixa da série, recuando 1,3 p.p. em relação ao trimestre anterior e 2,1 p.p. na comparação anual. A população ocupada chegou a 102,4 milhões de pessoas, novo recorde da série, crescendo 1,2% (mais 1,2 milhão) frente ao trimestre anterior e 2,4% (mais 2,4 milhões) na comparação anual.
Hoje foi divulgado pelo Banco Central do Brasil o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), também conhecido como prévia do PIB, que apresentou queda de 0,5% em julho frente a junho, na série com ajuste sazonal. O resultado representou uma retração mais profunda do que a esperada pelo mercado (-0,2%) e é a terceira consecutiva do indicador. O setor que mais apresentou recuo foi a indústria (-1,1%), seguida do setor agropecuário (-0,8%) e dos serviços (-0,2%). Na comparação com julho de 2024, o IBC-Br cresceu 1,1%. Com o resultado, o índice apresenta alta de 2,9% no ano e acumula crescimento de 3,5% nos últimos 12 meses.
Hoje foi divulgada pelo IBGE a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), que registrou variação de -0,3% no volume de vendas do comércio varejista em julho frente a junho, na série com ajuste sazonal, o quarto resultado negativo seguido. Frente a julho de 2024, o volume de vendas no varejo cresceu 1,0%, a quarta alta consecutiva. Por sua vez, o comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo restrito, as atividades de Veículos, motos, partes e peças, Material de construção e Atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo, apresentou avanço de 1,3% no volume de vendas em julho na comparação com junho. Frente a julho de 2024, houve queda de 2,5%. Observando regionalmente, 16 das 27 Unidades Federativas apresentaram taxas negativas no comércio varejista restrito, send
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi de -0,11% em agosto, ficando 0,37 ponto percentual acima da taxa de julho (0,26%). A maior variação e o maior impacto negativo foram registrados em Habitação (-0,90% e -0,14 p.p., respectivamente), impulsionado pela variação de -4,21% na energia elétrica residencial. Também houve quedas em Alimentação e bebidas (-0,46% e -0,10 p.p.), Transportes (-0,27% e -0,06 p.p) e em Comunicação e Artigos de residência (ambos com -0,09% de variação e 0,00 p.p de impacto). Os demais grupos registraram variações e impactos positivos: Educação (0,75% e 0,05 p.p.), Saúde e cuidados pessoais (0,54% e 0,07 p.p.), Vestuário (0,72% e 0,03 p.p.) e Despesas pessoais (0,40% e 0,04 p.p.). O índice de difusão (percentual de sub
O FGV-Ibre divulgou o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que subiu 0,20% em agosto, após uma queda de 0,07% em julho. Mesmo tendo revertido a queda, a alta foi menor do que a esperada pelo mercado, de 0,37%. Analisando os componentes do IGP-DI, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) avançou 0,35% em agosto, revertendo queda de 0,34% registrada em julho. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou -0,44%, revertendo o avanço de 0,37% no mês anterior. Por sua vez, o INCC subiu 0,52%, após subir 0,91% em julho. O núcleo do IPC variou 0,20% e o Índice de Difusão, que mede a proporção de itens com taxa de variação positiva, alcançou 59,35%, avançando 2,56 p.p. em relação aos 56,77% de julho. Com o resultado, o índice acumula queda de 1,62