Comentário Macroeconômico
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Hoje foi divulgada pelo IBGE a PNAD Contínua, que registrou taxa de desocupação de 5,4% no trimestre encerrado em outubro. O resultado representa um recuo de 0,2 p.p. frente ao trimestre móvel anterior e queda de 0,7 p.p. na comparação com o mesmo período de 2024. O nível de ocupação permaneceu no percentual recorde de 58,8%, mantendo-se estável tanto em relação ao trimestre anterior quanto frente ao mesmo trimestre do ano passado. Já a taxa composta de subutilização alcançou 13,9%, permanecendo no menor nível da série histórica, também com estabilidade em ambas as bases de comparação. A população ocupada chegou a 102,6 milhões de pessoas, permanecendo estável no trimestre e registrando acréscimo de 926 mil pessoas no acumulado de um ano.
A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou hoje o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), que registrou alta de 0,27% em novembro, após recuo de 0,36% em outubro. Na abertura dos componentes, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 0,27%, após variação de -0,59% no mês anterior. Entre os estágios de processamento, o grupo de Bens Finais subiu 0,12%, após alta de 0,39% em outubro. A taxa do grupo Bens Intermediários foi 0,46% em outubro, após registrar queda de 0,35% no mês anterior. Enquanto a taxa de Matérias-Primas Brutas acelerou de -1,41% para 0,25%. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou alta de 0,25% em outubro, acelerando em relação ao mês anterior, quando o índice subiu 0,16%. Entre as oito classes de despesa que compõem o índice, apen
O IBGE divulgou hoje o Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que foi de 0,20% em novembro, após alta de 0,18% observada em outubro. O resultado veio levemente acima da expectativa do mercado, que era de 0,18%. Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete tiveram alta em novembro. A maior variação e o maior impacto positivo vieram de Despesas Pessoais (0,85% e 0,09 p.p., respectivamente), seguido de Saúde e Cuidados Pessoais (0,29% e 0,04 p.p.), Transportes (0,22% e 0,4 p.p.), Vestuário (0,19% e 0,01 p.p.), Alimentação e Bebidas (0,09% e 0,02 p.p.), Habitação (0,09% e 0,01 p.p.) e Educação (0,05% e 0,00 p.p.). Em contrapartida, houve quedas em Artigos de residência (-0,20% e -0,01 p.p.) e Comunicação (-0,19% e -0,01 p.p.). Com o resultado, o
Hoje foi divulgado pelo Banco Central do Brasil o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), também conhecido como prévia do PIB, que apresentou queda de 0,24% em setembro frente a agosto, na série com ajuste sazonal. O resultado ficou abaixo do esperado pelo mercado, que projetava queda de 0,1%, e compensou parcialmente a alta de 0,39% registrada no mês anterior. O setor que mais contribuiu negativamente para o resultado foi a indústria, com recuo de 0,66%, após alta de 0,79% (revisado, de 0,84%) em agosto. Em seguida, o índice de impostos registrou queda de 0,65% e o de serviços caiu 0,09%. Já o setor agropecuário avançou 1,51%, após baixa de 3,26% (revisado, de -1,85%) em agosto. Na comparação com setembro de 2024, o IBC-Br cresceu 1,98%. Com o resultado,
Hoje foi divulgada pelo IBGE a PNAD Contínua Trimestral, que registrou taxa de desocupação de 5,6% no terceiro trimestre de 2025, a menor desde o início da série, em 2012. Frente ao trimestre anterior, houve queda de 0,2 p.p., enquanto na comparação com igual trimestre de 2024 (6,4%), o recuo foi de 0,8 p.p. A taxa composta de subutilização atingiu 13,9%, mantendo trajetória de melhora no mercado de trabalho. Todas as faixas de tempo de procura por trabalho recuaram na comparação anual, com destaque para o grupo de pessoas que buscavam emprego há dois anos ou mais, que caiu 17,8%. O rendimento médio real habitual foi de R$ 3.507, estável em relação ao trimestre anterior (R$ 3.497) e alta ante o terceiro trimestre de 2024 (R$ 3.373). A informalidade alcançou 37,8%, vari
Hoje foi divulgada pelo IBGE a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), que registrou recuo de 0,3% no volume do comércio varejista restrito em setembro frente a agosto, na série com ajuste sazonal. Já o comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo restrito, as atividades de Veículos, motos, partes e peças, Material de construção e Atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo, avançou 0,2% na mesma comparação. Na comparação com setembro de 2024, na série sem ajuste sazonal, o comércio varejista restrito cresceu 0,8%, enquanto o varejo ampliado avançou 1,1%. Observando regionalmente, 15 das 27 Unidades da Federação apresentaram taxas negativas no varejo restrito na passagem de agosto para setembro, sendo as principais Maranhão (-2,2%), Roraima (-2,0%) e Dist
O IBGE divulgou hoje a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), que registrou crescimento de 0,6% no volume de serviços em setembro, frente a agosto, na série com ajuste sazonal. Esse foi o oitavo resultado positivo consecutivo. Na comparação com setembro de 2024, o setor cresceu 4,1%, marcando a 18ª taxa interanual positiva. Entre as cinco atividades pesquisadas, três avançaram no mês, com destaque para os transportes (1,2%), informação e comunicação (1,2%) e outros serviços (0,6%). Por outro lado, serviços profissionais, administrativos e complementares sofreram retração de 0,6%, e serviços prestados às famílias registraram decréscimo de 0,5%. Com o resultado, o volume de serviços está 19,5% acima do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020) e renovou o patam
O IBGE divulgou hoje o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que registrou alta de 0,09% em outubro. O resultado ficou abaixo das expectativas do mercado (0,16%), e representa uma desaceleração de 0,39 ponto percentual em relação à alta de 0,48% observada em setembro. Esse resultado é o menor para o mês de outubro desde 1998, quando foi registrado 0,02%. Entre os 9 grupos de produtos e serviços pesquisados, a maior variação veio de Vestuário (0,51% e 0,02 p.p. de impacto), com destaque para as altas nos calçados e acessórios (0,89%) e na roupa feminina (0,56%). Na sequência, vieram Despesas pessoais (0,45% e 0,05 p.p.), Saúde e cuidados pessoais (0,41% e 0,06 p.p.), este último sendo o grupo de maior impacto no índice de outubro, e Transportes (0,11% e 0
O FGV-Ibre divulgou o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que registrou queda de 0,03% em outubro, após alta de 0,36% em setembro. Em outubro de 2024, o índice havia registrado alta de 1,54% e acumulava avanço de 5,91% em 12 meses. Analisando os componentes do IGP-DI, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) caiu 0,13% em outubro, invertendo o movimento de alta de 0,30% registrado em setembro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,14%, após alta de 0,65% no mês anterior. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou 0,30%, acelerando em relação à alta de 0,17% observada em setembro. O núcleo do IPC variou 0,31%, enquanto o Índice de Difusão, que mede a proporção de itens com variação positiva, avançou para 56,77%,
O IBGE divulgou hoje a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), que apontou quedade 0,4% na produção industrial em setembro frente a agosto, na série com ajuste sazonal. O resultado elimina parte do avanço de 0,7% registrado no mês anterior, que foi revisado de uma alta inicialmente estimada em 0,8%. Já em relação a setembro de 2024, a indústria cresceu 2,0%. Na abertura por grandes categorias, três dos quatro segmentos apresentaram queda no mês: bens intermediários (-0,4%), bens de consumo semi e não duráveis (-0,1%) e bens de consumo duráveis (-1,4%). Por outro lado, bens de capital avançaram 0,1%. Entre as atividades, destaque para produtos do fumo (19,5%), produtos de madeira (5,5%) e produtos alimentícios (1,39), que exerceram as principais influências positivas. Em contra