Comentário Macroeconômico
26 de Janeiro de 2026
Informe Diário
26 de Janeiro de 2026
Informe Diário
23 de Janeiro de 2026
Informe Diário
22 de Janeiro de 2026
Informe Diário
21 de Janeiro de 2026
Hoje foi divulgada pelo IBGE a Pesquisa Industrial Mensal, que registrou avanço de 4,1% em junho frente a maio, na série com ajuste sazonal. Já em relação ao mesmo mês do ano anterior (junho de 2023), a indústria teve resultado de 3,2%. Das cinco grandes categorias econômicas, todas apresentaram crescimento, sendo o maior deles em Bens de Consumo (6,8%), já o menor veio de Bens de Capital (0,5%). As outras categorias ficaram entre Bens Duráveis (4,4%) e Bens Intermediários (2,6%). Com isso, a indústria acumula expanção de 2,6% ao ano até junho e de 1,5% em 12 meses.
Os dados do Payroll que sairam nesta sexta-feira (02/08) motraram que os Estados Unidos criaram 114 mil empregos no mês de julho, número abaixo do esperado, que era de 176 mil novos empregos. A taxa de desemprego subiu para 4,3% em julho, acima do esperado (4,1%). Junto a isso, o ganho médio por hora desacelerou, saindo de 3,6% em junho para 3,6%, também abaixo do esperado (3,7%).
O IBGE divulgou hoje o Índice de Preços do Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que registrou inflação de 0,30% em julho frente a junho, a projeção de consenso era de avanço de 0,23%, nesta base de comparação. Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete apresentaram alta. As maiores variações e impactos vieram do grupo de Transportes (1,12%), com impacto de 0,23 p.p. e Habitação (0,49%), com impacto de 0,07p.p. Já do lado negativo, a maior variação foi Alimentação e bebidas (-0,44%), após oito meses consecutivos de alta. Os demais grupos ficaram entre Saúde e cuidados pessoais (0,33%) e Vestuário (-0,08%). Com o resultado, o IPCA-15 acumula alta de 2,82% no ano até julho e de 4,45% em 12 meses.
O IBGE divulgou hoje o Índice de Preços do Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que registrou inflação de 0,39% em junho frente a maio, a projeção de consenso era de avanço de 0,43%, nesta base de comparação. Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete apresentaram alta. A maior variação e impacto veio do grupo de Alimentação e Bebidas (0,98%), com impacto de 0,21 p.p. Outros grupos que apresentaram alta foram Habitação (0,63%) e Saúde e cuidados pessoais (0,57%). Já do lado negativo, a maior variação foi Transportes (-0,23%). Os demais grupos ficaram entre Artigos e Residência (-0,01%) e Vestuário (0,30%). Com o resultado, o IPCA-15 acumula alta de 2,52% no ano até junho e de 4,06% em 12 meses.
Hoje foi divulgado pelo Banco Central do Brasil, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central - IBC-Br, também conhecido como prévia do PIB, que apresentou crescimento de 0,01% em abril frente a fevereiro, na série com ajuste sazonal, a projeção de consenso era de avanço de 0,4%, nesta base de comparação. Do mesmo modo, já na comparação a abril de 2023, houve crescimento de 4,0%, também abaixo da projeção de consenso que era um avanço de 4,2%. Deste modo, o indicador acumula 1,8% em 12 meses.
Hoje foi divulgada pelo IBGE a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), que registrou crescimento de 0,9% no volume do comércio varejista restrito, em abril frente a março. Por sua vez, o comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo restrito, as atividades de Veículos, motos, partes e peças, Material de construção e Atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo, apresentou recuo, de 1,0%. Em comparação com abril de 2023, o comércio varejista restrito avançou 2,2% e o ampliado 4,9%. Respectivamente, os indicadores acumulam alta de 4,9% e 4,7% no ano e 2,7% e 3,3% em 12 meses.
Hoje foi divulgada pelo IBGE a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), que resgistrou crescimento de 0,4% em março frente a fevereiro, na série com ajuste sazonal, após ter registrado recuo de 0,9% em fevereiro. Contudo, já na série sem ajuste sazonal, foi observado recuou de 2,3% em comparação a março de 2023. Observando regionalmente, apenas 13 das 27 Unidades Federativas apresentaram avanços no setor de serviços para março frente a fevereiro, sendo as principais, São Paulo (1,1%), Rio de Janeiro (1,1%), Minas Gerais (1,2%) e Espírito Santo (5,1%), já em relação as principais influências negativas, destacam-se Rio Grande do Sul (-3,6%), Mato Grosso (-7,6%), Distrito Federal (-4,0%) e Mato Grosso do Sul (-9,7%). Com este resultado, o setor de serviços acumula alta de 1,
Hoje foi divulgado pelo IBGE o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que registrou inflação de 0,38% em abril frente a março. Tal resultado foi acima da projeção produzida pela nossa equipe da MB Associados (0,23%). Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete apresentaram alta. A maior variação e impacto vieram do grupo de Saúde e cuidados pessoais (1,16% e 0,15 p.p., respectivamente). Logo após, Alimentação e Bebidas (0,70%), com impacto de 0,15 p.p. Foi observado que tanto Vestuários (0,55%) quanto Transportes (0,14%) tiveram impacto de 0,03 p.p. Já os demais grupos ficaram entre Artigos de Residência (-0,26%) e Comunicação (0,48%). Com o resultado, o IPCA acumula alta de 1,80% no ano até abril e de 3,69% 
Hoje foi divulgada pelo IBGE a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), que resgistrou retração de 0,9% em fevereiro frente a janeiro, na série com ajuste sazonal, sendo o primeiro mês de queda após três meses consecutivo com valores positivos. Contudo, já na série sem ajuste sazonal, foi observado crescimento de 2,5% em comparação a fevereiro de 2023. Com este resultado o setor de serviços acumula alta de 3,3% no ano até fevereiro e 2,2% em 12 meses.
Hoje foi divulgada pelo IBGE a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), que registrou crescimento de 1,0% no volume do comércio varejista restrito, em fevereiro frente a janeiro. Por sua vez, o comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo restrito, as atividades de Veículos, motos, partes e peças, Material de construção e Atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo, também apresentou avanço, de 1,3%. Em comparação com fevereiro de 2023, o comércio varejista restrito avançou 8,2% e o ampliado 9,7%. Respectivamente, os indicadores acumulam alta de 6,1% e 8,2% no ano e 2,6% e 3,6% em 12 meses.