A pesquisa mensal do comércio, divulgada pelo IBGE, registrou queda de 0,1% na passagem de novembro para dezembro, interrompendo uma sequência de sete meses consecutivos de crescimento. O mês de dezembro ficou marcado pelo grande aumento de preços de proteínas, prejudicando o desempenho dos Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que caíram 1,2% em relação a novembro e 2,9% em relação a dezembro de 2018. Na comparação interanual, o volume de vendas no varejo cresceu 2,6% em dezembro, chegando ao nono mês consecutivo de crescimento nessa comparação. Com este resultado, o varejo fecha 2019 com crescimento de 1,8%, puxado pelos artigos farmacêuticos (6,8%), outros artigos (6,1%) - categoria que engloba lojas de departamentos, óticas, joalherias

Hoje pela manhã, foi divulgada a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), realizada semana passada, na qual o comitê decidiu reduzir a taxa Selic em 0,25 p.p., que atingiu a sua mínima histórica (4,25% a.a.). O balanço de riscos analisado pelos membros do comitê seguiu praticamente inalterado: o alto nível de capacidade ociosa - sinalizado pela reversão parcial do choque de preços de proteínas no início deste ano - pode levar a inflação à níveis mais baixos do que o esperado. Por outro lado, a inflação pode apresentar níveis mais altos devido ao efeito defasado do processo de estímulo monetário intensificado em julho de 2019. Aqui, a influência positiva pode ser potencializada pelas transformações no mercado de crédito e capitais. No doc

A PIM-PF, divulgada hoje pelo IBGE, registrou queda da produção industrial de 0,7% na passagem de novembro para dezembro e fechou o ano de 2019 com queda 1,1%, interrompendo a sequência de dois anos de crescimento. A indústria extrativa recuou 9,7% e foi o setor que mais caiu no ano, desempenho que está relacionado com o rompimento da barragem de Brumadinho no mês de janeiro. Sem a influência do setor, a produção industrial teria avançado 0,2% em 2019. A crise econômica da Argentina também prejudicou o desempenho da produção, afetando as exportações da indústria de transformação. Em 2019, as exportações brasileiras de veículos automóveis para Argentina caíram 52,65%.                            

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do mês de dezembro de 2019, divulgado hoje pelo Ministério da Economia, registrou destruição de 307,3 mil postos de trabalho no mês. Com este resultado, o Brasil fecha 2019 com criação total de 644.079 empregos, sendo o melhor resultado desde 2013. Devido à sazonalidade, um resultado negativo para o mês de dezembro já é esperado, o que está relacionado com as demissões dos trabalhadores que foram contratados para trabalhar temporariamente no final de ano. Quando analisamos a série dessazonalizada, houve criação de 69,2 mil postos de trabalho em dezembro, número bem próximo à média móvel trimestral de 67,9 mil.                              

Na semana passada, o Governo anunciou novo reajuste no salário mínimo que passará dos R$ 998,00 vigentes em 2019 para R$ 1045,00. O último valor anunciado garante a recomposição da inflação acumulada de 2019 (INPC de 4,48%) mais um resíduo inflacionário de 2017 que não havia sido incorporado no reajuste de 2018. Em dezembro, o Governo anunciou que o reajuste seria de 4,1%, conforme o valor projetado do INPC, ou seja, o salário mínimo passaria de R$ 998,00 para R$ 1039,00. No entanto, como a inflação de dezembro ficou acima do esperado, pressionada principalmente pelo aumento de preços das carnes, o Governo anunciou novo ajuste incorporando alta de 4,48% da inflação, garantindo a manutenção do valor real do salário base.              

A pesquisa mensal do comércio, divulgada pelo IBGE, registrou alta de 0,6% na passagem de outubro para novembro, atingindo o sétimo mês consecutivo de crescimento. O resultado, no entanto, foi abaixo das expectativas. A Black Friday impulsionou as atividades que mais cresceram no mês: artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (4,1%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (1%); e móveis e eletrodomésticos (0,5%). Enquanto a categoria de livros, jornais, rev. e papelaria apresentou o pior resultado no mês (-4,7%). Na comparação interanual, o volume de vendas no varejo cresceu 2,9% em novembro, acima das nossas expectativas (2,4%) e chegando ao oitavo mês consecutivo de crescimento nessa comparação. O crescimento acumulado em 12 meses ficou

A PMS (Pesquisa Mensal de Serviços) divulgada hoje, pelo IBGE, registrou queda de 0,1% no volume de serviços na passagem de outubro para novembro, sendo o pior resultado para o mês em 3 anos e interrompendo a sequência de dois meses seguido com variação positiva. O setor de transportes foi o destaque do mês, com queda em transporte terrestre (-1,6%) e transporte aéreo (-3,3%). O volume de serviços foi prejudicado pelo baixo desempenho da indústria em novembro, que caiu 1,2%. O menor ritmo da índustria reduziu o volume de transporte de cargas. No entanto, quando comparamos com o mês de novembro de 2018, houve crescimento de 1,8%. Com destaque para os serviços de informação e comunicação, com crescimento de 4,0% e serviços profissionais, administrativos e complementares (

Foi divulgado hoje, pelo IBGE, o IPCA do mês de dezembro. O índice registrou alta de 1,15% no mês, pouco acima da nossa expectativa (1,0%). Com este resultado, o IPCA fecha o ano de 2019 em 4,31%. O aumento do preço das carnes de 18,06% causou o maior impacto individual no índice (0,52 p.p.), que encerrou 2019 acima da meta de inflação, que era de 4,25%. Sem considerar o preço das carnes, o IPCA teria fechado o ano em 3,54% e 0,64% no mês de dezembro. O choque de oferta das carnes também levou ao aumento nos preços de produtos substitutos, como o frango inteiro (5,08%) e pescados (2,37%). Destaque de influência, também, para os transportes que contribuiu com 0,28 p.p., devido ao aumento do preço de combustíveis de 3,57%.               &n

A PIM-PF divulgada hoje pelo IBGE registrou queda 1,2% da produção industrial na passagem de outubro para novembro, após três meses seguidos de crescimento, sendo o pior resultado para o mês de novembro em 4 anos. Com este resultado, a produção industrial acumula crescimento negativo de 1,31% em 12 meses e de 1,11% no ano. Destaque para a influência negativa do setor de produtos alimentícios, que caiu 3,3%. A indústria extrativa caiu 1,7%, chegando a sua décima queda consecutiva em novembro e acumula retração de 8,24% em 12 meses. Já o setor de veículos automotores, reboques e carrocerias registrou queda de 4,4%, eliminando grande parte do crescimento de 3,6 do mês anterior - vale ressaltar que é comum que a produção de veículos cresça em setembro e caia no final do a

Foi divulgada ontem, a geração de empregos formais no Brasil: 99,2 mil postos de trabalho foram criados em novembro, melhor número para o mês desde 2010. Com este resultado, o resultado acumulado em 12 meses ficou em 532,5 mil. Destaque para a criação de vagas de trabalho intermitente, que foi de 11,4 mil, melhor número desde novembro de 2017, quando entraram em vigor as novas regras da reforma trabalhista, que permitiu aos empresários contratarem funcionários para exercerem uma carga horária menor do que 44 horas semanais. Desde novembro de 2017, foram gerados 125,6 mil postos de trabalho intermitente, equivalente a 15% da geração total de vagas formais. Os resultados reforçam a tendência de aceleração da atividade econômica neste final de ano, que deve resultar em um c

    

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