momentos importantes para os protagonistas de 2026
02 de Abril de 2025
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Cenário Macroeconômico - março
01 de Abril de 2025
Informe Diário
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31 de Março de 2025
Nesta semana, com algum atraso frente à agenda inicial por conta da pauta do Senado estar sendo mesclada entre a pauta econômica e demandas corporativistas, a Reforma da Previdência foi aprovada em primeiro turno. O segundo turno deve acontecer em meados do mês. Dos destaques apresentados, foi aprovado apenas o que alterava a regra para a concessão de abono salarial. A perda estimada para os próximos dez anos é de R$ 76 bilhões -- de R$ 933 bilhões aprovados pela Câmara dos deputados há 2 meses, para R$ 877 bilhões agora.A falta de coordenação do governo e de liderança do presidente do Senado nesta votação colocam uma dose extra de apreensão para com o comportamento futuro do Senado, casa na qual podem acontecer os maiores riscos fiscais neste ano. Os governadores, cuja
A Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada terça-feira pelo IBGE, mostrou um crescimento de 0,8% da produção industrial nacional em agosto frente ao resultado de julho na série com ajuste sazonal. Na comparação mensal interanual, o resultado da indústria apresentou queda de 2,3% em relação agosto de 2018 na série sem ajuste sazonal. Com o resultado, o acumulado nos últimos 12 meses variou de -1,7%, abaixo do resultado nos últimos doze meses imediatamente anteriores (-1,3% em julho). Na análise por grandes categorias econômicas, vemos as seguintes variações mensais com ajuste sazonal: “bens de capital” (-0,4%), “bens intermediários” (1,4%), “bens de consumo” (-0,7%), com “duráveis” (-1,8%) e “semiduráveis e não duráveis” (-0,4%). Dentre os 26 ra
O Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) registrou variação de 0,09% em setembro, mantendo-se próximo ao valor de 0,08% registrado em agosto. Com o resultado do mês, o crescimento do acumulado nos últimos doze meses permaneceu 3,22%, e o valor acumulado no ano de 2019 ficou em 2,60%. Os grupos “Alimentação e bebidas”, “Artigos de residência” e "Comunicação" apresentaram deflação de agosto para setembro, cabendo destaque ao primeiro, com variação mensal de -0,34% e impacto de -0,08 pontos percentuais (p.p.) no índice fechado. Do lado dos grupos que apresentaram inflação, o maior impacto foi do grupo “Habitação” com variação mensal de 0,76% e impacto de 0,12 p.p. no IPCA-15, resultado influenciado principalmente pelo item "energia elétrica", qu
A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nessa quarta-feira pelo IBGE, apontou crescimento de 1,0% no índice do volume de vendas do comércio varejista com ajuste sazonal na passagem de junho para julho. Na comparação mensal interanual, as vendas no varejo sem ajuste sazonal aumentaram 4,3%. Com este resultado, o acumulado nos últimos 12 meses foi de 1,6%, acima do resultado nos últimos doze meses imediatamente anteriores (1,2%). O comércio varejista ampliado, que inclui também as atividades de Veículos, motos, partes e peças e de Material de construção, aumentou 0,7% na passagem de junho para julho e 7,6% na comparação mensal interanual. Com o resultado, o acumulado nos 12 meses foi de 4,1%, acima dos 3,7% nos últimos doze meses imediatamente anteriores.
O IPCA registrou variação de 0,11% em agosto, ante variação de 0,19% em julho. Com o resultado do mês, o valor do acumulado nos últimos doze meses avançou de 3,22% para 3,43%. Dentre os grupos analisados na pesquisa, 3 apresentaram deflação em julho, “Alimentação e bebidas” (-0,35%), “Transportes” (-0,39%) e “Saúde e cuidados pessoais” (-0,03%). Dentre os outros, que apresentaram inflação em agosto, destaca-se “Habitação”, com variação de 1,19% e impacto de 0,19 pontos percentuais no IPCA. O INPC variou 0,12% em agosto, acima dos 0,10% registrados no mês anterior. O valor do acumulado dos últimos 12 meses avançou de 3,16% para 3,28%.
A Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada terça-feira pelo IBGE, mostrou uma queda de 0,3% da produção industrial nacional em julho frente ao resultado de junho na série com ajuste sazonal. Na comparação mensal interanual, o resultado da indústria apresentou queda de 2,5% em relação julho de 2018 na série sem ajuste sazonal. Com o resultado, o acumulado nos últimos 12 meses foi de -1,3%, abaixo do resultado nos últimos doze meses imediatamente anteriores (-0,8% em junho). Na análise por grandes categorias econômicas, vemos as seguintes variações mensais com ajuste sazonal: “bens de capital” (-0,3%), “bens intermediários” (-0,5%), “bens de consumo” (0,8%), com “duráveis” (0,5%) e “semiduráveis e não duráveis” (1,4%). Dentre os 26 ramos industri
O Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) registrou variação de 0,08% em agosto, mantendo-se próximo ao valor de 0,09% registrado em julho. Com o resultado do mês, o crescimento do acumulado nos últimos doze meses passou de 3,27% para 3,22%, e o valor acumulado no ano de 2019 ficou em 2,51%. Os grupos “Artigos de Residência”, “Despesas Pessoais”, “Educação”, “Comunicação” e "Habitação" apresentaram alta de julho para agosto, cabendo destaque a este último, com variação de 1,42% e impacto de 0,23 pontos percentuais (p.p.) no índice fechado, devido principalmente ao resultado do item "energia elétrica", que obteve acréscimo de 4,91% com a incidência da bandeira vermelha patamar 1 . Do lado dos setores que apresentaram deflação, o maior impact
A PNAD Contínua Trimestral, divulgada nesta quinta-feira pelo IBGE, registrou taxa de desocupação de 12% no segundo trimestre de 2019. O resultado é 0,7 ponto percentual (p.p.) inferior ao observado para o primeiro trimestre do mesmo ano e 0,4 p.p. inferior ao observado para o mesmo trimestre em 2018. A taxa composta de subutilização da força de trabalho, que engloba pessoas desocupadas, subocupadas e pertencentes à força de trabalho potencial, foi de 24,8%.
A 1ª prévia do IGP-M registrou variação de -0,65% na passagem de julho para agosto ante 0,40% observada no mês anterior. A variação do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) passou de 0,42% em julho para -1,02% no primeiro decêndio de agosto. Na variação dos Bens Finais que passou de 0,04% a -0,72% em agosto, destacou-se o comportamento do subgrupo “alimentos in natura”, cuja variação passou de 4,34% para -5,47%. Já para os Bens Intermediários, que passou de -0,49% a -1,27%, o comportamento do subgrupo “materiais e componentes para a manufatura”, cuja taxa passou de 0,65% para -1,39%, foi o principal responsável pelo resultado. A taxa do grupo Matérias-Primas Brutas passou de 1,86% em julho para -1,06% em agosto. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0
O IPCA registrou variação de 0,19% em julho, ante variação de 0,01% em junho. Com o resultado do mês, o valor do acumulado nos últimos doze meses recuou de 3,37% para 3,22%. Dentre os grupos de produtos e serviços que apresentaram inflação em junho, destaca-se “Habitação”, com variação de 1,20% e impacto de 0,19 pontos percentuais no índice fechado – principalmente devido ao comportamento do item “Energia elétrica”, com a incidência da bandeira tarifária amarela e reajustes regionais, deixando as contas de luz em média 4,48% mais caras para os domicílios. Dentre os grupos que apresentaram deflação em junho, destacam-se “Vestuário” (-0,52%), “Saúde e cuidados pessoais” (-0,20%) e “Transportes” (-0,17%). O INPC variou 0,10% em junho, acima dos 0,