momentos importantes para os protagonistas de 2026
02 de Abril de 2025
Informe Diário
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Cenário Macroeconômico - março
01 de Abril de 2025
Informe Diário
01 de Abril de 2025
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31 de Março de 2025
Na última quarta-feira, dia 11 de dezembro, o comitê de política monetária decidiu, de forma unânime, reduzir a taxa básica de juros SELIC em 0,5%, chegando ao patamar mínimo histórico em 4,5%. Ontem, dia 17 de dezembro, foi divulgada a ata da reunião do COPOM. O panorama macroeconômico observado pelo comitê é de recuperação gradual da atividade econômica, ainda com alto nível de capacidade ociosa na economia e taxa de desemprego elevada. Além dos núcleos de inflação se encontrarem em patamares confortáveis. Para os próximos meses, os membros do COPOM esperam que haja certa aceleração da atividade econômica, devido à liberação dos recursos do FGTS e PIS-PASEP. Excluindo os efeitos temporários destas políticas, a economia deverá continuar em processo de
A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nessa quinta-feira pelo IBGE, apontou crescimento de 0,1% no índice do volume de vendas do comércio varejista com ajuste sazonal na passagem de setembro para outubro, sendo o sexto mês de crescimento consecutivo. Na comparação mensal interanual, as vendas no varejo sem ajuste sazonal aumentaram 4,2%. Com este resultado, o acumulado nos últimos 12 meses foi de 1,8%, acima do resultado nos últimos doze meses imediatamente anteriores (1,6%). O comércio varejista ampliado, que inclui também as atividades de veículos, materiais de construção, cresceu 0,8% na passagem de setembro para outubro, oitavo mês consecutivo de expansão, e 5,6% no interanual. Os resultados sugerem continuidade na melhoria do varejo, devido à melhora, ainda
Foi divulgado nesta sexta-feira, pelo IBGE, o IPCA de novembro. O índice avançou 0,51% ante 0,10% no mês de outubro. Destaque para os grupos de Despesas pessoais (1,24%) e Alimentação e bebidas (0,72%), sendo este último o principal responsável pelo avanço do índice, com uma contribuição de 0,18 (p.p.). O aumento de preços das carnes de 8,09% foi a principal influência do grupo de Alimentação e bebidas e também foi o subgrupo que mais impactou o IPCA de novembro individualmente. Tal movimento está associado à grande demanda da China, país que sofre com a epidemia da peste africana. São Luís foi a região que sofreu a maior variação (1,05%), seguida por Belém (0,93%). Enquanto Aracaju e Recife ficaram com a menor variação, ambos com 0,14%. Em São Paulo, os preç
A Anfavea divulgou hoje os dados de produção de veículos referente ao mês novembro. A produção de veículos caiu 7,1% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Quando a comparação é feita em relação a outubro, a queda foi de 21,2%. As exportações de veículos continuam caindo, neste mês a redução foi de 7,9%. Resultados que estão relacionados com a crise econômica argentina, principal destino das exportações automobilísticas brasileiras.Na geração de empregos, a indústria demonstrou resultados negativos: 1.305 vagas foram fechadas em novembro.
O IGP-M registrou variação de 0,30% na passagem de outubro para novembro, ante o valor de 0,68% observado no mês anterior. Ainda assim, o resultado ficou acima da mediana das expectativas de mercado (0,13%). Como resultado, o índice acumula alta de 3,97% nos últimos dozes meses e 5,11% no ano.A maior contribuição para a desaceleração veio do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que variou 0,36% em novembro ante 1,02% em outubro, com influência do grupo “Matérias-Primas Brutas” – puxado, principalmente, pelo minério de ferro – e do grupo “Bens Intermediários” – no qual pesou o preço mais baixo dos combustíveis e lubrificantes para a produção. Por outro lado, os outros componentes do índice apresentaram aceleração: o Índice de Preços ao Consumidor (
A PIM-PF divulgada hoje pelo IBGE registrou crescimento de 0,8% da produção industrial na passagem de setembro para outubro, sendo o terceiro mês seguido de crescimento. Destaque de influência para o setor de produtos alimentícios, que cresceu 3,4%. Outro setor que contribuiu fortemente para o aumento da produção foi o de produtos farmoquímicos e farmacêuticos, que cresceu 11,2% no mês. Comparada ao mesmo período de 2018, a produção apresentou crescimento de 1,0%, também com influência dos alimentícios. Apesar do avanço do mês, a indústria acumula um resultado negativo de 1,1% no ano, com forte queda da indústria extrativa (-9,5%), que está diretamente relacionada com a tragédia de Brumadinho. Outras contribuições negativas vieram de atividades, como: celulose, pap
O IPCA registrou variação de 0,10% em outubro, bem próximo da nossa projeção (0,12%), ante variação de -0,04% em setembro. Com o resultado do mês, o valor do acumulado do ano ficou em 2,60%. Dentre os grupos analisados na pesquisa, 3 apresentaram deflação em outubro, com destaque para Habitação (-0,61%). Dentre os outros, que apresentaram inflação em outubro, destacam-se o Vestuário (0,63%), Saúde e cuidados pessoais (0,40%) e Transportes (0,45%), este último com impacto de 0,08 p.p. no índice. O INPC variou 0,04% em outubro, acima dos -0,05% registrados em setembro. O valor do acumulado dos últimos 12 meses recuou de 2,92% para 2,55%.
Os economistas Abhijit Banerjee e Esther Duflo, ambos professores no MIT, e Michael Kremer, professor em Harvard, ganharam o Nobel da Economia de 2019, por sua “abordagem experimental para aliviar a pobreza global”. Em trabalhos inéditos, realizaram experimentos com as populações de países pobres como Quênia e Índia, chegando a conclusões práticas sobre como desenhar políticas públicas de modo melhor tratar o problema da pobreza. Além deste tema principal, outras áreas relacionadas, como educação, saúde e microcrédito também fazem parte da agenda dos pesquisadores. Também é digno de nota pontuar que Esther Duflo, além de ser a segunda mulher em toda a história da premiação, é a mais jovem pessoa a ser homenageada, com 46 anos.
A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nessa quinta-feira pelo IBGE, apontou crescimento de 0,1% no índice do volume de vendas do comércio varejista com ajuste sazonal na passagem de julho para agosto. Na comparação mensal interanual, as vendas no varejo sem ajuste sazonal aumentaram 1,3%. Com este resultado, o acumulado nos últimos 12 meses foi de 1,4%, abaixo do resultado nos últimos doze meses imediatamente anteriores (1,6%). O comércio varejista ampliado, que inclui também as atividades de Veículos, motos, partes e peças e de Material de construção, manteve-se igual na passagem de julho para agosto e aumentou 1,4% na comparação mensal interanual. Com o resultado, o acumulado nos 12 meses foi de 3,7%, abaixo dos 4,1% nos últimos doze meses imediatamente anterior
O IPCA registrou variação de -0,04% em setembro, ante variação de 0,11% em agosto. Com o resultado do mês, o valor do acumulado nos últimos doze meses recuou de 3,43% para 2,89%. Dentre os 9 grupos analisados na pesquisa, 3 apresentaram deflação em setembro, “Alimentação e bebidas” (-0,43%), “Artigos de residência” (-0,76%) e “Comunicação” (-0,01%). Dentre os outros, que apresentaram inflação, destaca-se “Saúde e cuidados pessoais”, com variação de 0,58% e impacto de 0,07 pontos percentuais no índice fechado. O INPC variou -0,05% em setembro, abaixo dos 0,12% registrados no mês anterior. O valor do acumulado dos últimos 12 meses recuou de 3,28% para 2,92%.