Hoje foi divulgada pelo IBGE a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), que resgistrou recuo de 0,9% em agosto frente a julho, na série com ajuste sazonal, após ter acumulado uma expanção de 2,1% nos últimos três períodos (maio-julho). Porém, o setor de serviços ainda apresenta um nível superior de 11,6% ao registrado em fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e 1,9% abaixo de dezembro de 2022, que foi o auge da série histórica. Com este resultado, o setor de serviços acumula alta de 4,1% ao ano, e em 12 meses, 5,3%.

Hoje foi divulgado pelo IBGE o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que registrou inflação de 0,26% em setembro frente a agosto, ficando 0,03 p.p. acima da taxa resgistrada em agosto (0,23%).  Tal resultado foi abaixo da projeção produzida pela nossa equipe da MB Associados (0,39%). O resultado observado em setembro foi influenciado principalmente pela inflação de Transportes (1,40%) e Habitação (0,47%), com contribuições de 0,29 p.p. e 0,07 p.p., respectivamente. Por outro lado, pelo quarto mês consecutivo, Alimentos e bebidas apresentou deflação (-0,71%) contribuindo com -0,15 p.p. Os demais grupos ficaram entre o 0,58% de Artigos de residência e o 0,45% de Despesas pessoais. 

O IBGE divulgou hoje o Índice de Preços do Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que registrou inflação de 0,35% em setembro frente a agosto. O resultado foi 0,07 p.p. acima da taxa resgistrada no mês anterior (0,28%). Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, seis apresentaram alta. A maior variação e impacto vieram do grupo de Transportes (2,02%), com impacto de 0,41 p.p. Outro grupo que apresentou alta foi Habitação (0,30%) com impacto de 0,05 p.p. por outro lado, Alimentação e bebidas teve a maior queda (-0,77%) E contribuição de -0,16 p.p. Os demais grupos ficaram entre Artigos de residência (-0,47%) e Vestuário (0,41%). Com o resultado, o IPCA-15 acumula alta de 3,74% no ano até agosto e de 5,00% em 12 meses.

Hoje foi divulgado pelo IBGE o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que registrou inflação de 0,23% em agosto frente a julho, ficando 0,11 p.p. acima da taxa resgistrada em julho (0,12%). Tal resultado foi abaixo da projeção produzida pela nossa equipe da MB Associados (0,37%). O resultado observado em agosto foi influenciado principalmente pela inflação de Habitação (1,11%), Saúde e cuidados pessoais (0,58%) e Transportes (0,34%), com contribuições de 0,17 p.p., 0,08 p.p. e 0,07 p.p., respectivamente. Por outro lado, pelo terceiro mês consecutivo, Alimentos e bebidas apresentou deflação (-0,85%), contribuindo com -0,18 p.p. Os demais grupos ficaram entre o -0,09% de Comunicação e o 0,69% de Educação. Com o resultado, o IPC

Hoje foi divulgada pelo IBGE a Pesquisa Industrial Mensal, que registrou recuo de 0,6% em julho frente a junho, na série com ajuste sazonal. Já em relação ao mesmo mês do ano anterior, a indústria teve resultado de -1,1%. Com isso, a indústria acumula no ano queda de 0,4% ao ano e, em 12 meses, 0%.

O IBGE divulgou hoje o Índice de Preços do Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que registrou inflação de 0,28% em agosto frente a julho. O resultado foi 0,35 p.p. acima da taxa resgistrada em julho (-0,07%). Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete apresentaram alta. A maior variação e impacto vieram do grupo de Habitação (1,08%), com impacto de 0,16 p.p. Também apresentaram alta os grupos Saúde e Cuidados pessoais (0,81%) e Educação (0,71%), que contribuíram com impactos de 0,11 p.p. e 0,04 p.p., respectivamente. Por outro lado, o grupo de Alimentação e Bebidas apresentou o maior recuo (-0,65%) com impacto de -0,14 p.p. Os demais grupos ficaram entre Vestuário (-0,03%) e Despesas pessoais (0,60%). Com o resultado, o IPCA-

Hoje foi divulgado pelo IBGE o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que registrou inflação de 0,12% em julho frente a junho.O resultado foi 0,20 p.p. acima da taxa resgistrada em junho (-0,08%). O resultado observado em julho foi influenciado principalmente por Transportes, com variação de 1,50% e impacto de 0,31 p.p. Já para os grupos que apresentaram deflação, os principais destaques foram Habitação (-1,01%) e Alimentação e bebidas (-0,46%), com impactos de -0,16 p.p. e -0,10 p.p., respectivamente. Os demais grupos ficaram entre Vestuário (-0,24%) e Despesas Pessoais (0,38%).  Com o resultado, o IPCA acumula alta de 2,99% no ano até julho e de 3,99% em 12 meses.

Hoje foi divulgada pelo IBGE a Pesquisa Industrial Mensal, que registrou expanção de 0,1% frente a maio, na série com ajuste sazonal. Já em relação ao mesmo mês do ano anterior, a indústria teve resultado de 0,3%. Com isso, a indústria acumula no ano queda de 0,3% e, em 12 meses, uma expanção de 0,1%.

Hoje foi divulgada pelo IBGE a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), que registrou recuo de 1,0% no volume do comércio varejista restrito, em maio frente a abril. Por sua vez, o comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo restrito, as atividades de Veículos, motos, partes e peças, Material de construção e Atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo, também apresentou queda, de 1,1%. Em comparação com maio de 2022, o comércio varejista ampliado avançou 3,0%, já o comércio varejista restrito recuou 1,0%. Respectivamente, os indicadores acumulam alta de 3,1% e 1,3% no ano e de 0,2% e 0,8% em 12 meses.

Hoje foi divulgada pelo IBGE a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), que resgistrou expansão de 0,9% em maio frente a abril, após ter recuado 1,5% no mês anterior. Frente a maio de 2022, o setor de serviços avançou 4,7%, registrando sua 27ª taxa positiva consecutiva. Com este resultado, o setor de serviços acumula alta de 4,8% ao ano, e em 12 meses, 6,4%, menor resultado desde agosto de 2021 (5,1%).

    

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