O IPCA registrou variação de 0,01% em junho, ante variação de 0,13% em maio. Com o resultado do mês, o valor do acumulado nos últimos doze meses recuou de 4,66% para 3,37%. Dentre os grupos de produtos e serviços que apresentaram inflação em junho, destaca-se “Saúde e cuidados pessoais”, com variação de 0,64%. Dentre os grupos que apresentaram deflação em junho, destacam-se “Alimentos e bebidas” e “Transportes”. Em “Transportes”, com variação de -0,31%, verificou-se em seus subgrupos tanto crescimento, como em “passagem aérea” (18,9%), quanto queda, como em “combustíveis” com decréscimo de -2,41%, devido principalmente ao item “gasolina” (-2,04%). Quanto aos “Alimentos e bebidas” houve diminuição de -0,25% em junho devido principalmente

A Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta terça-feira pelo IBGE, apontou uma variação de -0,2% da produção industrial nacional em maio frente ao resultado de abril na série com ajuste sazonal. Na comparação mensal interanual, o resultado da indústria foi 7,1% maior do que o observado em maio de 2018 na série sem ajuste sazonal. Com o resultado, o acumulado nos últimos 12 meses foi de 0,0%, acima do resultado nos últimos doze meses imediatamente anteriores (-1,1% em Abril), rompendo com a tendência negativa iniciada em julho de 2018. Dentre os 26 ramos industriais, 18 apresentaram queda na passagem de abril para maio. Os decréscimos de maior relevância foram: “veículos automotores, reboques e carrocerias” (-2,4%) e “couro, artigos para viagem e calçados”

O IGP-M registrou variação de 0,80% na passagem de maio para junho, ante o valor de 0,45% observado na leitura anterior. Com isso, o índice acumula alta de 6,51% nos últimos dozes meses e 4,38% no ano. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) passou de 0,54% em maio para 1,16% em junho. A taxa do grupo Matérias-Primas Brutas avançou de 0,67% em maio para 4,24% em junho. Nos Bens Finais, se destacou o comportamento do subgrupo “combustíveis para o consumo”, cuja variação passou de 4,82% para -5,06%, principal motivo para que taxa desse grupo passasse de 0,01% a -0,70%. O comportamento do subgrupo “combustíveis e lubrificantes para a produção”, cuja taxa passou de 4,41% para -2,00%, foi o principal responsável pela variação observada nos Bens Intermediários (0,38%

Prezados clientes, fornecedores e amigos, Em razão do feriado de Corpus Christi (20/06), não teremos expediente na sexta-feira (21/06).   Atenciosamente Equipe MB Associados.

A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nessa quarta-feira pelo IBGE, apontou que o índice do volume de vendas do comércio varejista com ajuste sazonal recuou 0,6% na passagem de março para abril, rompendo com a estabilidade em fevereiro e março. Na comparação mensal interanual, as vendas no varejo sem ajuste sazonal aumentaram 1,7%. Com o resultado, o acumulado nos últimos 12 meses foi de 1,4%, ligeiramente acima do resultado nos últimos doze meses imediatamente anteriores (1,3%). O comércio varejista ampliado, que inclui também as atividades de Veículos, motos, partes e peças e de Material de construção, não mostrou variação na passagem de março para abril e cresceu 3,1% na comparação mensal interanual. Com o resultado, o acumulado nos 12 meses foi de 3,5%, ab

A 1ª prévia do IGP-M registrou variação de 0,73% na passagem de maio para junho ante 0,58% observada no mês anterior. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) passou de 0,74% em maio para 1,15% no primeiro decêndio de junho. Nos Bens Finais, se destacou o comportamento do subgrupo alimentos in natura, cuja variação passou de -2,02% para -8,30%. O comportamento do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de 3,47% para 1,00%, foi o principal responsável pelo recuo observado nos Bens Intermediários (0,8% contra 1,00% no mês anterior). A taxa do grupo Matérias-Primas Brutas passou de 0,63% em maio para 3,65% em junho. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou -0,09% ante 0,35% no mês anterior. A taxa do índice Nacional de Custo da Const

O IPCA registrou variação de 0,13% em abril, ante variação de 0,57% em abril. A variação foi a menor para o mês de maio desde 2006 (0,10%). Com o resultado do mês, o valor do acumulado nos últimos doze meses recuou de 4,94% para 4,66%. Cinco dos nove grupos de produtos e serviços apresentaram inflação em maio, com destaque para o grupo de Habitação, cujo impacto foi de 0,15 pontos percentuais, e para o grupo de Saúde e Cuidados Pessoais, cujo impacto foi de 0,07 pontos percentuais. O grupo de Habitação, cuja variação passou de 0,24% em abril para 0,98% em maio, foi influenciado principalmente pela alta de 2,18% observada no item energia elétrica. Dentre os grupos apresentaram deflação em maio, o expressivo destaque foi do grupo de Alimentação e Bebidas. Este grupo,

A Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta terça-feira pelo IBGE, apontou uma variação de 0,3% da produção industrial nacional em abril frente ao resultado de março na série com ajuste sazonal.  Na comparação mensal interanual, o resultado da indústria foi 3,9% abaixo do que o observado em abril de 2018 na série sem ajuste sazonal. Com o resultado, o acumulado nos últimos 12 meses foi de -1,1%, abaixo do resultado nos últimos doze meses imediatamente anteriores (-0,1%).

A 2ª prévia do IGP-M registrou variação de 0,58% na passagem de abril para maio ante 0,78% observada na passagem anterior. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) passou de 0,89% em abril para 0,72% no segundo decêndio de maio. Nos Bens Finais, se destacou o comportamento do subgrupo alimentos in natura, cuja variação passou de -0,23% para -5,46%. Já nos Bens Intermediários, o destaque foi do subgrupo materiais e componentes e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de 0,64% para 4,07%. A taxa do grupo Matérias-Primas Brutas recuou, passando de 1,45% em abril para 0,97% em maio. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) teve variação de 0,40% ante 0,66% em abril. A taxa do índice Nacional de Custo da Construção (INCC) recuou de 0,39% para 0,06% no segundo decê

O Banco Central divulgou nesta quarta-feira o índice de atividade econômica (IBC-Br) de março. Na série dessazonalizada, houve retração de 0,28% na passagem de mês, após variação de -0,98% na passagem anterior (revisada de -0,73%). Já na série sem ajuste sazonal, a retração em relação ao mesmo período do ano anterior foi de 2,52%.

    

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