O Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) registrou variação de 0,08% em agosto, mantendo-se próximo ao valor de 0,09% registrado em julho. Com o resultado do mês, o crescimento do acumulado nos últimos doze meses passou de 3,27% para 3,22%, e o valor acumulado no ano de 2019 ficou em 2,51%. Os grupos “Artigos de Residência”, “Despesas Pessoais”, “Educação”, “Comunicação” e "Habitação" apresentaram alta de julho para agosto, cabendo destaque a este último, com variação de 1,42% e impacto de 0,23 pontos percentuais (p.p.) no índice fechado, devido principalmente ao resultado do item "energia elétrica", que obteve acréscimo de 4,91% com a incidência da bandeira vermelha patamar 1 . Do lado dos setores que apresentaram deflação, o maior impact

A PNAD Contínua Trimestral, divulgada nesta quinta-feira pelo IBGE, registrou taxa de desocupação de 12% no segundo trimestre de 2019. O resultado é 0,7 ponto percentual (p.p.) inferior ao observado para o primeiro trimestre do mesmo ano e 0,4 p.p. inferior ao observado para o mesmo trimestre em 2018. A taxa composta de subutilização da força de trabalho, que engloba pessoas desocupadas, subocupadas e pertencentes à força de trabalho potencial, foi de 24,8%.

A 1ª prévia do IGP-M registrou variação de -0,65% na passagem de julho para agosto ante 0,40% observada no mês anterior. A variação do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) passou de 0,42% em julho para -1,02% no primeiro decêndio de agosto. Na variação dos Bens Finais que passou de 0,04% a -0,72% em agosto, destacou-se o comportamento do subgrupo “alimentos in natura”, cuja variação passou de 4,34% para -5,47%. Já para os Bens Intermediários, que passou de -0,49% a -1,27%, o comportamento do subgrupo “materiais e componentes para a manufatura”, cuja taxa passou de 0,65% para -1,39%, foi o principal responsável pelo resultado. A taxa do grupo Matérias-Primas Brutas passou de 1,86% em julho para -1,06% em agosto. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0

O IPCA registrou variação de 0,19% em julho, ante variação de 0,01% em junho. Com o resultado do mês, o valor do acumulado nos últimos doze meses recuou de 3,37% para 3,22%. Dentre os grupos de produtos e serviços que apresentaram inflação em junho, destaca-se “Habitação”, com variação de 1,20% e impacto de 0,19 pontos percentuais no índice fechado – principalmente devido ao comportamento do item “Energia elétrica”, com a incidência da bandeira tarifária amarela e reajustes regionais, deixando as contas de luz em média 4,48% mais caras para os domicílios. Dentre os grupos que apresentaram deflação em junho, destacam-se “Vestuário” (-0,52%), “Saúde e cuidados pessoais” (-0,20%) e “Transportes” (-0,17%). O INPC variou 0,10% em junho, acima dos 0,

A Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta quinta-feira pelo IBGE, apontou uma variação de -0,6% da produção industrial nacional em junho frente ao resultado de maio na série com ajuste sazonal. Na comparação mensal interanual, o resultado da indústria apresentou queda de -5,9% em relação junho de 2018 na série sem ajuste sazonal. Com o resultado, o acumulado nos últimos 12 meses foi de -0,8%, abaixo do resultado nos últimos doze meses imediatamente anteriores (0,0% em maio). Dentre os 26 ramos industriais, 17 apresentaram queda na passagem de maio para junho, cabendo destaques a “produtos alimentícios” (-2,1%), “máquinas e equipamentos” (-6,5%) e “veículos automotores, reboques e carrocerias” (-1,7%). Quanto aos que apresentaram crescimento, o destaqu

O IGP-M registrou variação de 0,40% na passagem de junho para julho, ante o valor de 0,80% observado na leitura anterior. Assim, o índice acumula alta de 6,39% nos últimos dozes meses e 4,79% no ano. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 0,40% em julho ante 1,16% em junho. Considerando-se a análise por estágios de processamento, vemos a taxa do grupo “Bens Finais” indo de -0,70% para -0,09%, devido principalmente ao comportamento do subgrupo “Alimentos in Natura”, cuja taxa passou de -4,95% para 0,58%. Nos grupos “Matérias-Primas Brutas” e “Bens Intermediários”, as mudanças foram, respectivamente, de 4,24% a 2,34% e de 0,38% a -0,83%. Os outros componentes do índice também apresentaram aceleração: o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) cresceu

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) registrou variação de 0,09% em julho, mantendo-se praticamente estável perante o valor de 0,06% no mês passado. Com o resultado do mês, o crescimento do acumulado nos últimos doze meses apresentou passou de 3,84% para 3,27%, e o valor acumulado no ano de 2019 ficou em 2,42%. Os grupos de Alimentação e bebidas, Habitação, Saúde e cuidados pessoais, Despesas pessoais, Educação e Comunicação apresentaram alta de junho para julho. Do lado dos setores que apresentaram deflação, o maior impacto foi do grupo Transportes, cuja variação passou de 0,25% a -0,44%, com impacto de -0,08 ponto percentual (p.p.) no índice fechado, desaceleração influenciada principalmente pela queda no subgrupo Combustíveis (-3,0%).  

A 2ª prévia do IGP-M registrou variação de 0,53% na passagem de junho para julho ante 0,75% observada na passagem anterior. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) passou de 1,15% em junho para 0,62% no segundo decêndio de julho. Nos Bens Finais, se destacou o comportamento do subgrupo “alimentos in natura”, cuja variação passou de -6,82% para 1,58%. Já nos Bens Intermediários, o destaque foi do subgrupo “combustíveis e lubrificantes para a produção”, cuja taxa passou de -0,55% para -4,30%. A taxa do grupo Matérias-Primas Brutas recuou, passando de 3,96% em junho para 2,60% em julho. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) teve variação de 0,10% ante -0,05% em junho. A taxa do índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou de 0,0% para 0,93% no segun

A Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nessa sexta-feira pelo IBGE, mostrou variação de 0,0% no volume de serviços da série com ajuste sazonal na passagem de abril para maio. Na comparação interanual sem ajuste sazonal, o setor de serviços cresceu 4,8% - melhor resultado desde fevereiro de 2014 (7,0%), beneficiado pela base de comparação fraca devido à incidência da paralização dos caminhoneiros no mesmo período do ano passado. Com o resultado, o acumulado nos últimos 12 meses foi de 1,1%, acima do resultado nos últimos doze meses imediatamente anteriores (0,4%). Na passagem de abril para maio, 13 das 27 unidades federativas apresentaram queda no volume de serviços, com destaque para Mato Grosso (-4,9%) e Bahia (-1,9%). Ainda na comparação mensal, quatro das ci

A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nessa quarta-feira pelo IBGE, apontou estabilidade no índice do volume de vendas do comércio varejista com ajuste sazonal, com variação de -0,1% na passagem de abril para maio. Na comparação mensal interanual, as vendas no varejo sem ajuste sazonal aumentaram 1,0%. Com este resultado, o acumulado nos últimos 12 meses foi de 1,3%, ligeiramente abaixo do resultado nos últimos doze meses imediatamente anteriores (1,4%). O comércio varejista ampliado, que inclui também as atividades de Veículos, motos, partes e peças e de Material de construção, aumentou 0,2% na passagem de abril para maio e cresceu 6,4% na comparação mensal interanual. Com o resultado, o acumulado nos 12 meses foi de 3,8%, acima dos 3,5% nos últimos doze meses

    

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