A 1ª prévia do IGP-M registrou variação de -1,6% na passagem de novembro para dezembro ante -0,11% observada no mês anterior. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) passou de -0,31% em novembro para -1,70% no primeiro decêndio de dezembro. Nos Bens Finais, se destacou o comportamento do subgrupo alimentos processados, cuja variação passou de 0,79% para -0,34%. O comportamento do subgrupo materiais e componentes para manufatura, cuja taxa passou de 1,51% para -2,63%, foi o principal responsável pelo recuo observado nos Bens Intermediários (-2,32% contra 0,58% no mês anterior). A taxa do grupo Matérias-Primas Brutas passou de -1,59% em novembro para -2,53% em dezembro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou -0,16% ante 0,30% em novembro. A taxa do índice Nacional

O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) registrou variação de -0,21% em novembro, após alta de 0,45% em outubro. Foi o menor índice registrado desde junho de 2017 (-0,23%) e a menor taxa para novembro desde 1994. Com o resultado do mês, o crescimento do acumulado nos últimos doze meses apresentou um recuo de 4,56% para 4,05%. O valor acumulado no ano foi de 3,59%, acima do registrado no mesmo mês do ano passado (2,50%). Os grupos de Transportes, Habitação, Saúde e Cuidado Pessoal, Vestuário e Comunicação apresentaram deflação de outubro para novembro, sendo o grupo Transporte o maior responsável pela queda observada no IPCA – variação de -0,14 pontos percentuais. Já os grupos de Alimentação e Bebidas, Despesas Pessoais, Artigos de Residência e Educação ap

O IGP-M registrou variação de -0,49% na passagem de outubro para novembro ante 0,89% observada no mês anterior. Com isso, o índice acumula alta de 8,71% no ano e 9,68% nos últimos dozes meses. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) passou de 1,11% em outubro para -0,81% em novembro. Nos Bens Finais, se destacou o comportamento do subgrupo combustíveis para consumo, cuja variação passou de 2,08% para -12,43%. O comportamento do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de 5,97% para -3,01%, foi o principal responsável pelo recuo observado nos Bens Intermediários (-0,55% contra 2,05% no mês anterior). A taxa do grupo Matérias-Primas Brutas passou de -0,11% em outubro para -1,10% em novembro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,

A 2ª prévia do IGP-M caiu 0,35% em novembro e desacelerou em relação à variação de 0,97% observada no mês passado. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) caiu 0,62% frente a alta de 1,24% no mesmo período do mês de outubro. Os preços dos Bens Finais caíram 0,45%, após alta de 1,04%; se destacou o comportamento do subgrupo combustíveis para consumo, cuja variação passou de 2,87% para -9,53%. O comportamento do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de 5,60%para -2,07%, foi o principal responsável pelo recuo observado nos Bens Intermediários (-0,27% contra 2,07% em outubro). A taxa do grupo Matérias-Primas Brutas passou de 0,44% em outubro para -1,24% em novembro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,11% no primeiro de

A Pesquisa Mensal de Comércio, divulgada nesta terça-feira pelo IBGE, apontou para a queda de 1,3% no volume de vendas do comércio varejista na passagem de agosto para setembro após um avanço de 2% em agosto. Com o resultado, o setor acumula alta de 2,3% em 2018 e de 2,8% nos últimos doze meses. Na comparação mensal interanual as vendas no varejo avançaram 0,1%. O fechamento do volume de vendas do terceiro trimestre de 2018 indicou alta de 1,1% em relação ao mesmo período do ano passado.

A 1ª prévia do IGP-M caiu 0,11% em novembro e desacelerou em relação à variação de 1,06% observada no mês passado. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) caiu 0,31%, o IPA subiu 1,40% no mesmo período do mês de outubro. Nos Bens Finais, se destacou o comportamento do subgrupo combustíveis para consumo, cuja variação passou de 3,00% para -6,15%. O comportamento do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de 4,88%para -0,23%, foi principal responsável pelo resultado observado para o recuo observado nos Bens Intermediários (0,58% contra 1,93% no mês anterior). A taxa do grupo Matérias-Primas Brutas passou de 1,30% em outubro para -1,59% em novembro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,30% no primeiro decêndio de novembro,

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) atingiu 0,45% em outubro, o maior índice para o mês desde 2015 (0,82%) e 0,03% abaixo do valor registrado em setembro (0,48%). O crescimento acumulado nos últimos 12 meses subiu ligeiramente de 4,53% para 4,56%. Os preços do grupo Alimentação e bebidas e Transportes foram os principais responsáveis para contribuir pela alta do mês. A taxa do grupo Alimentação e bebidas passou de 0,10% em setembro para 0,59% em outubro, reflexo, principalmente, da alta na alimentação no domicílio. Já o grupo de Transportes, apesar de ter pressionado o IPCA, apresentou desaceleração de 1,69% para 0,92%, reflexo de menores aumentos dos preços dos combustíveis. O valor acumulado no ano foi de 3,81%, acima do registrado no mesmo mês do

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Os economistas americanos William D.Nordhaus, da Universidade de Yale, e Paul Romer, ex-economista chefe do Banco Mundial foram homenageados com o prêmio Nobel da Economia de 2018. Nordhaus, de 77 anos está sendo reconhecido pelo trabalho com modelos macroeconômicos que incorporam as condições climáticas e o desenvolvimento sustentável; para além disso, o economista é pioneiro na literatura de ciclos políticos. Romer, de 62 anos está sendo homenageado pelas suas contribuições em modelos de crescimento. que incorporam inovações tecnológicas. A premiação é a primeira para economistas da área de macroeconomia desde 2011, quando Thomas Sargent e Christopher Sims foram os vencedores. Nesse entretempo o prêmio ficou reservado para pesquisadores de microeconomia; premiando

A Pré Sal Petróleo S/A – (PPSA), estatal responsável pela comercialização do petróleo da União na região do Pré-sal, vendeu em leilão realizado hoje três lotes nesta região. Os lotes de Mero e Sapinhoá foram arrematados pela Petrobrás, sem oferta de ágio, em contrato de compra e venda da produção com validade de 36 meses, o que vai totalizar 11,2 milhões de barris no período. O lote de Lula foi arrematado pela Total E&P, com ágio de R$ 1 por m³, em um contrato de 12 meses, totalizando 1,1 milhão de barris. Este resultado indica a geração de R$ 3,2 bilhões durante o período de vigência dos contratos e deverão ser destinados aos setores de saúde e educação.

    

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