A Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nessa terça-feira pelo IBGE, mostrou retração de 0,7% no volume de serviços na passagem de fevereiro para março. Na comparação mensal interanual sem ajuste sazonal, o setor de serviços variou -2,3% - pior resultado desde maio de 2018 (-3,8%). Com o resultado, o acumulado nos últimos 12 meses foi de 0,6%, ligeiramente abaixo do resultado nos últimos doze meses imediatamente anteriores (0,7%).

O IPCA registrou avanço de 0,57% em abril, ante variação de 0,75% em março. A variação foi a maior para o mês de abril desde 2016 (0,61%). Com o resultado do mês, o valor do acumulado nos últimos doze meses avançou de 4,58% para 4,94%.

A 1ª prévia do IGP-M registrou variação de 0,58% na passagem de abril para maio ante 0,62% observada no mês anterior. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) passou de 0,65% em abril para 0,74% no primeiro decêndio de maio. Nos Bens Finais, se destacou o comportamento do subgrupo alimentos in natura, cuja variação passou de -1,32% para -2,02%. O comportamento do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de -0,37% para 3,47%, foi o principal responsável avanço observado nos Bens Intermediários (1,00% contra 0,11% no mês anterior). A taxa do grupo Matérias-Primas Brutas passou de 1,30% em abril para 0,63% em maio. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,35% ante 0,65% no mês anterior. A taxa do índice Nacional de Custo da Constru

No último domingo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou em seu twitter que elevaria as tarifas, até então de 10%, sobre US$ 200 bilhões de produtos importados da China, para 25%, nesta sexta-feira (10/05/2019). Isso deve à acusação, pelos representantes americanos, de que Pequim voltou atrás nos compromissos feitos nas rodadas de negociações anteriores. De fato, iniciaram-se hoje essas novas tarifas, mesmo com as negociações entre os representantes dos dois países, que voltaram a acontecer ontem. A China, por sua vez, informou que responderá ao aumento. Atualmente, US$ 325 bilhões de produtos chineses importados pelos Estados Unidos ainda não estão taxados, mas Trump afirmou, também no domingo passado, que estarão sujeitos à tarifa de 25% em breve. C

A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta quinta-feira pelo IBGE, apontou que o índice do volume de vendas do comércio varejista com ajuste sazonal avançou 0,3% na passagem de fevereiro para março, ante estabilidade na passagem anterior. Na comparação mensal interanual, as vendas no varejo sem ajuste sazonal recuaram 4,5% - maior retração desde dezembro de 2016 (-4,9%). Com o resultado, o acumulado nos últimos 12 meses foi de 1,3%, abaixo do resultado nos últimos doze meses imediatamente anteriores (2,3%).

A Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE, apontou um recuo de 1,3% da produção industrial nacional em março frente ao resultado de fevereiro na série com ajuste sazonal. Na comparação mensal interanual, o resultado da indústria foi 6,1% abaixo do que o observado em março de 2018 na série sem ajuste sazonal, recuo mais acentuado desde maio de 2018. O acumulado nos últimos 12 meses foi de -0,1%, representando o primeiro resultado negativo desde agosto de 2017.

O IGP-M registrou variação de 0,92% na passagem de março para abril, ante 1,26% observada na passagem anterior. Com isso, o índice acumula alta de 8,64% nos últimos dozes meses e 3,10% no ano. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) passou de 1,67% em março para 1,07% em abril. Nos Bens Finais, se destacou o comportamento do subgrupo alimentos in natura, cuja variação passou de 14,72% para 0,97%. O comportamento do subgrupo materiais e combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de 6,28% para 0,95%, foi o principal responsável pela variação observada nos Bens Intermediários (0,47% contra 0,87% no mês anterior). A taxa do grupo Matérias-Primas Brutas desacelerou de 2,33% em março para 1,57% em abril. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0

A 2ª prévia do IGP-M registrou variação de 0,78% na passagem de março para abril ante 1,06% observada na passagem anterior. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) passou de 1,41% em março para 0,89% no segundo decêndio de abril. Nos Bens Finais, se destacou o comportamento do subgrupo alimentos in natura, cuja variação passou de 12,91% para -0,23%. Já nos Bens Intermediários, o destaque foi do subgrupo materiais e componentes e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de 5,79% para 0,64%. A taxa do grupo Matérias-Primas Brutas recuou, passando de 2,07% em março para 1,45% em abril. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) teve variação de 0,66% ante 0,50% em março. A taxa do índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou de 0,11% para 0,39% no segu

O IPCA registrou avanço de 0,75% em março, ante variação de 0,43% em fevereiro, superando as nossas projeções e a mediana de mercado (0,54% e 0,65%, respectivamente). A variação foi a maior para o mês de março desde 2015 (1,32%). Com o resultado do mês, o valor do acumulado nos últimos doze meses apresentou um expressivo avanço de 3,89% para 4,58%.

A 1ª prévia do IGP-M registrou variação de 0,62% na passagem de março para abril ante 0,71% observada no mês anterior. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) passou de 0,90% em março para 0,65% no primeiro decêndio de abril. Nos Bens Finais, se destacou o comportamento do subgrupo alimentos in natura, cuja variação passou de 10,36% para -1,32%.  O comportamento do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de 5,13% para -0,37%, foi o principal responsável pelo recuo observado nos Bens Intermediários (0,11% contra 0,27% no mês anterior). A taxa do grupo Matérias-Primas Brutas passou de 1,25% em março para 1,30% em abril. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,65% ante 0,47% em março. A taxa do índice Nacional de Custo da

    

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