Cenário Macroeconômico - Março
01 de Abril de 2026
Informe Diário
01 de Abril de 2026
Informe Diário
31 de Março de 2026
Conflitos no Oriente Médio já afetam alguns indicadores internacionais
27 de Março de 2026
Informe Diário
27 de Março de 2026
O IBGE divulgou hoje o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que registrou alta de 0,09% em outubro. O resultado ficou abaixo das expectativas do mercado (0,16%), e representa uma desaceleração de 0,39 ponto percentual em relação à alta de 0,48% observada em setembro. Esse resultado é o menor para o mês de outubro desde 1998, quando foi registrado 0,02%. Entre os 9 grupos de produtos e serviços pesquisados, a maior variação veio de Vestuário (0,51% e 0,02 p.p. de impacto), com destaque para as altas nos calçados e acessórios (0,89%) e na roupa feminina (0,56%). Na sequência, vieram Despesas pessoais (0,45% e 0,05 p.p.), Saúde e cuidados pessoais (0,41% e 0,06 p.p.), este último sendo o grupo de maior impacto no índice de outubro, e Transportes (0,11% e 0
O FGV-Ibre divulgou o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que registrou queda de 0,03% em outubro, após alta de 0,36% em setembro. Em outubro de 2024, o índice havia registrado alta de 1,54% e acumulava avanço de 5,91% em 12 meses. Analisando os componentes do IGP-DI, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) caiu 0,13% em outubro, invertendo o movimento de alta de 0,30% registrado em setembro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,14%, após alta de 0,65% no mês anterior. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou 0,30%, acelerando em relação à alta de 0,17% observada em setembro. O núcleo do IPC variou 0,31%, enquanto o Índice de Difusão, que mede a proporção de itens com variação positiva, avançou para 56,77%,
O IBGE divulgou hoje a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), que apontou queda de 0,4% na produção industrial em setembro frente a agosto, na série com ajuste sazonal. O resultado elimina parte do avanço de 0,7% registrado no mês anterior, que foi revisado de uma alta inicialmente estimada em 0,8%. Já em relação a setembro de 2024, a indústria cresceu 2,0%. Na abertura por grandes categorias, três dos quatro segmentos apresentaram queda no mês: bens intermediários (-0,4%), bens de consumo semi e não duráveis (-0,1%) e bens de consumo duráveis (-1,4%). Por outro lado, bens de capital avançaram 0,1%. Entre as atividades, destaque para produtos do fumo (19,5%), produtos de madeira (5,5%) e produtos alimentícios (1,39), que exerceram as principais influências positivas. Em contr
A Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgou hoje o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que registrou queda de 0,36% em outubro, após alta de 0,42% em setembro. Na abertura dos componentes, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) caiu 0,59%, invertendo o movimento do mês anterior, quando havia subido 0,49%. Entre os estágios de processamento, o grupo de Bens Finais subiu 0,39%, após queda de 0,02% em setembro. A taxa do grupo Bens Intermediários caiu 0,35% em outubro, após registrar queda de 0,42% no mês anterior. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou alta de 0,16% em outubro, desacelerando em relação ao mês anterior, quando o índice subiu 0,25%. Entre as oito classes de despesa que compõem o índice, apenas Habitação (de 1,14% para 0,04%) apresent
O Federal Reserve (Banco Central dos Estados Unidos) anunciou hoje, 29 de setembro de 2025, um corte de 25 pontos-base na taxa básica de juros, reduzindo a faixa-alvo para 3,75% a 4,00%, o menor nível desde novembro de 2022. Este é o segundo corte consecutivo promovido pela autoridade monetária. Dos 12 membros do FOMC, 10 votaram a favor da redução de 0,25 p.p. Stephen Miran votou a favor de um corte maior, de 0,50 p.p., e o presidente do Fed Kansas, Jeffrey Schmid, votou para manter a taxa inalterada. A decisão, amplamente antecipada pelo mercado, ocorre em meio à paralisação do governo norte-americano (shutdown), que já dura mais de quatro semanas e vem aumentando as incertezas sobre a economia do país. se estende há mais de 4 semanas.
O IBGE divulgou hoje o Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que foi de 0,18% em outubro, após alta de 0,48% observada em setembro. O resultado veio abaixo da expectativa do mercado, que era de 0,25%. A maior variação e o maior impacto positivo vieram de Transportes (0,41% e 0,08 p.p., respectivamente), resultado influenciado principalmente pelas altas nos combustíveis (1,16%) e nas passagens aéreas (4,39%). Também registraram altas seis dos nove grupos pesquisados: Despesas pessoais (0,42%), Vestuário (0,45%), Saúde e cuidados pessoais (0,24%), Habitação (0,16%), Educação (0,09%) e Transportes (0,41%). Em contrapartida, houve quedas em Artigos de residência (-0,64%), Comunicação (-0,09%) e Alimentação e bebidas (-0,02%). Com o resultado, o IPCA-15 acumul
O Departamento do Trabalho dos Estados Unidos divulgou hoje o Índice de Preços ao Consumidor (CPI), que registrou alta de 0,3% em setembro, ficando 0,1 ponto percentual abaixo do resultado de 0,4% observado em agosto. O resultado ficou abaixo da expectativa do mercado, que era de 0,4%. Com o resultado, o CPI acumula alta de 3,0% nos últimos 12 meses, ligeiramente acima dos 2,9% registrados em agosto. Enquanto o núcleo do índice acumula 3,0% em 12 meses, após variação de 3,1% no mês anterior.
Hoje foi divulgado pelo Banco Central do Brasil o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), também conhecido como prévia do PIB, que apresentou alta de 0,4% em agosto frente a julho, na série com ajuste sazonal. O resultado ficou abaixo do esperado pelo mercado, que projetava avanço de 0,6%, e reverteu a queda de 0,5% registrada no mês anterior. O setor que mais contribuiu para o resultado foi a indústria, com crescimento de 0,8%, seguida pelos serviços (+0,2%). Já o setor agropecuário recuou 1,9%. Na comparação com agosto de 2024, o IBC-Br cresceu 1,3%. Com o resultado, o índice apresenta alta de 2,6% no ano e acumula crescimento de 3,24% nos últimos 12 meses.
Hoje foi divulgada pelo IBGE a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), que registrou avanço de 0,2% no volume do comércio varejista restrito, em agosto frente a julho, na série com ajuste sazonal. Por sua vez, o comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo restrito, as atividades de Veículos, motos, partes e peças, Material de construção e Atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo, também apresentou avanço, de 0,9%. Em comparação com agosto de 2024, na série sem ajuste sazonal, o comércio varejista restrito avançou 0,4% e o ampliado recuou 2,1%. Observando regionalmente, 16 das 27 Unidades da Federação apresentaram avanços no comércio varejista restrito na margem, sendo as principais Rio Grande do Norte (2,6%), Maranhão (2,5%) e Paraíba (1,9%). Já ent
O IBGE divulgou hoje a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), que registrou crescimento de 0,1% no volume de serviços em agosto, frente a julho, na série com ajuste sazonal. Esse foi o sétimo resultado positivo consecutivo. Na comparação com agosto de 2024, o setor cresceu 2,5%, marcando a 17ª taxa interanual positiva. Entre as cinco atividades pesquisadas, quatro avançaram no mês, com destaque para serviços profissionais, administrativos e complementares (0,4%), seguidos por transportes (0,2%), serviços prestados às famílias (1,0%) e outros serviços (0,6%). Por outro lado, informação e comunicação recuou 0,5%. Com o resultado, o volume de serviços está 18,7% acima do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020) e renovou o patamar recorde da série histórica. No acumulado