A 1ª prévia do IGP-M variou 1,5% em junho, acelerando em relação ao dado do mesmo período de maio, que ficou em 1,12%. A alta de 2,06% do IPA no primeiro decêndio do mês deu tom para o indicador. O IPA foi puxado pelo comportamento dos preços dos bens intermediários e finais, que subiram respectivamente 2,76% e 1,98%. O IPC, subindicador ligado aos preços para o consumidor, também mostrou aceleração: de 0,21% em maio para 0,54% em junho. Apenas o Índice Nacional de Custo da Construção, o INCC, apresentou redução da inflação, chegando a 0,18%.

A inflação pelo IPCA em maio foi de 0,40%. Com o resultado do mês, o índice acumula alta de 1,33% no ano e de 2,86% nos últimos doze meses. Dentre os grupos pesquisados, apenas Artigos de Residência apresentou deflação; de 0,06%. Dos demais, a principal variação foi de 0,83% no grupo de Habitação; cujo resultado se deu por ocasião dou aumento das tarifas de energia elétrica. A menor variação positiva partiu do grupo de Educação, de 0,06%. O grupo que exerceu o maior impacto para o IPCA foi o grupo de Transportes, que variou 0,40%. A variação de 3,34% na gasolina e o aumento das passagens aéreas foram os responsáveis pela variação no grupo. A projeção da MB Associados para a inflação pelo IPCA em 2018 é de 3,6%

O IGP-DI variou 1,64% em maio. Como resultado, a inflação pelo índice acumula alta de 3,91% no ano e 5,20% nos últimos doze meses. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) saltou de 1,26% em abril para 2,35% em maio. O principal responsável por esse aumento foi o preço de combustíveis, que levou a uma aceleração no aumento dos preços em todos os estágios de processamento. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) foi de 0,34% em abril para 0,41% em maio. A principal contribuição veio do grupo de Habitação; cuja taxa de variação passou de 0,26% para 0,73% por ocasião do aumento dos preços de tarifas residenciais elétricas, cuja taxa passou de 0,78% para 3,94%. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou alta de 0,23% em maio, contra 0,29% no mês a

Na passagem de março para abril, a produção industrial avançou 0,8%. Comparando com abril de 2017, a produção cresceu 8,9%. Com o resultado deste mês, a indústria acumula crescimento de 4,5% no ano e de 3,9% nos últimos doze meses. Na passagem do mês, os ramos industriais que apresentaram maior influência para o crescimento da produção foram coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, e veículos automotores, reboques e carrocerias; que apresentaram variação de 5,2% e 4,7% respectivamente. Dentre os ramos que reduziram sua produção, o destaque vai para perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal, e máquinas e equipamentos; que apresentaram recuou de 7,3% e 3,1%. Na comparação inter anual, veículos automotores, reboques e carrocerias e

Os Indicadores Industriais de abril divulgados pela CNI ilustram a retomada da recuperação industrial, ainda que a passos lentos. Na passagem de março para abril, a maior parte dos indicadores teve alta. Faturamento real e número de horas trabalhadas apresentaram altas de 1,5% e 2,2% respectivamente. A Utilização da Capacidade Instalada recuou 0,1 p.p. em relação ao mês anterior, permanecendo estável. Na contramão desses indicadores, massa salarial real e rendimento médio do trabalhador apresentaram queda na passagem do mês, ilustrando os ajustes pelos quais passa o mercado de trabalho.

No primeiro trimestre de 2018 o PIB cresceu 0,4% ante o quarto trimestre de 2017, na série dessazonalizada. Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, a Formação Bruta de Capital Fixo e o Consumo das famílias foram os componentes da demanda agregada que apresentaram crescimento; de 0,6% e 0,5% respectivamente. O Consumo do Governo, por sua vez, recuou em 0,4%.No setor externo, as exportações de Bens e Serviços tiveram expansão de 1,3%, enquanto as importações de Bens e Serviços cresceram 2,5%. Pelo da oferta, a agropecuária cresceu 1,4% enquanto indústria e serviços cresceram 0,1%. Na comparação inter anual, o PIB cresceu 1,2%. O Consumo das Famílias cresceu 2,8%; sobretudo em função das taxas de juros e inflação mais baixas em 2018. A Formação Bruta de

O IGP-M variou 1,83% no mês de maio. Com esse resultado, o índice acumula alta de 3,45% em 2018 e 4,26% nos últimos 12 meses. O Índice de Preços ao Produtor Amplo passou de 0,71% em abril para 1,97% em maio. A aceleração no índice veio dos grupos de Bens Intermediários e Matérias-Primas Brutas. O primeiro acelerou por ocasião da alta no preço de combustíveis, cuja taxa de variação foi de 5,32% para 10,35%; enquanto o segundo registrou um aumento na variação por conta do minério de ferro e do café. O Índice de Preços ao Consumidor variou 0,26% ante 0,31% no mês anterior. A desaceleração se deu por conta no recuou de vários componentes que compõe o índice; em especial o grupo de transportes influenciado pelo comportamento do etanol, cuja variação foi de 0,16% par

O Índice de Confiança da Construção elaborado pela Fundação Getúlio Vargas avançou 0,4 pontos de abril para maio e alcançou 82,4 pontos. O resultado é próximo dos 82,6 pontos registrados em janeiro de 2018. Apesar na piora da percepção empresarial em relação à situação atual, decorrente sobretudo de lenta retomada do nível de atividade; o avanço na expectativas, em especial para os próximos seis meses, fez com que o índice tivesse variação positiva após a queda em abril.

O Índice de Confiança do Comércio elaborado pela Fundação Getúlio Vargas caiu 4,1 pontos em maio, passando de 96,7 para 92,6 pontos, retornando aos níveis de novembro do ano passado. A queda no índice se deu por ocasião nas queda de ambos os índices que o compõe, de situação atual e de expectativas. O recuo na confiança do comércio se deve à percepção de desaceleração das vendas do setor. De acordo com os elaboradores do índice, a queda da percepção atual sinaliza para uma recuperação gradual e sujeita a contratempos nas vendas do setor de comércio.

A inflação pelo IPCA-15 em maio ficou em 0,14%. Com o resultado do mês, o índice acumula alta de 1,23% no ano, e de 2,70% nos últimos 12 meses. Os grupos de produtos e serviços que apresentaram deflação na passagem do mês foram: Alimentação e Bebidas, cuja variação negativa de 0,05% foi influenciada pela deflação de 0,28% nos preços da alimentação fora de casa; Transportes, cuja queda de 0,35% nos preços se deu sobretudo por ocasião na queda de 5,17% no preço do etanol e de 14,94% nos preços de passagem aérea; e por último Artigos de Residência, que variou com taxa de -0,11% em decorrência da que da 1,47% em TV, som e informática.   O IPCA-15 acumulado no ano se encontra em seu  menor nível para o período janeiro-maio desde a implantação do Plano

    

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