O PIB da frança avançou 0,2% no primeiro trimestre de 2018 após avanço de 0,7% no trimestre que encerra 2017. A desaceleração no ritmo do crescimento se deu em todos os componentes da demanda agregada, com exceção para os gastos do governo que mantiveram a taxa de crescimento de 0,3% observada no trimestre imediatamente anterior. A taxa de crescimento do consumo das famílias foi de 0,2% para 0,1% no primeiro trimestre de 2018, permanecendo estável. As desacelerações fortes vieram dos investimentos, que cresceram apenas 0,2% ante 0,9% no último trimestre de 2017; e das exportações líquidas, que contribuíram negativamente para o PIB com recuou de 0,1% após avanço de 0,6% no trimestre anterior.

A leitura preliminar de junho do Índice Composto dos Gerentes de Compra (PMI, na sigla em inglês) da Zona do Euro cresceu de 54,1 para 54,8 pontos. A variação do indicador foi na contramão da expectativa de mercado, que acreditava em uma ligeira retração, para 53,9 pontos. Indicadores acima de 50 pontos indicam expansão da atividade econômica. Na abertura por atividade manufatureira e de serviços, o segundo foi o que mais se destacou. A manufatura perdeu rendimento em junho, influenciada por temores relacionados ao comércioe à instabilidade política na região, ao passo que os serviços mostraram expansão, gerando grandes quantidades de emprego. Apesar do bom desempenho de junho, o mercado espera desaceleração da economia no 2º semestre do ano.  

O Copom decidiu de forma unânime manter a taxa Selic em 6,5% a.a. Ainda que os indicadores de Abril apresentassem a inflação em níveis confortáveis e o nível de atividade ganhando consistência, a paralisação dos caminhoneiros em maio joga incerteza na evolução desses indicadores. Coadunado à turbulência interna, o cenário internacional permaneceu desafiador; a alta volatilidade no mercado externo e o processo de normalização da taxa de juros em países desenvolvidas, com destaque para os EUA, fez com que o apetite ao risco do mercado diminuísse em relação às economias emergentes. Diante desse cenário, o Comitê optou por manter a taxa de juros inalterada em 6,50% a.a. Outro comitê de política monetária que optou pela manutenção da taxa de juros foi o inglês,

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), divulgado nesta quarta-feira (20) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), caiu abaixo dos 50 pontos na leitura de junho, indicando a falta de segurança do empresariado brasileiro com relação às condições econômicas. O que nos meses anteriores se mostrava como uma redução do otimismo, agora se consolida como pessimismo, de fato, por conta dos prejuízos presentes e futuros trazidos pela greve dos caminhoneiros (e as soluções pouco eficientes oferecidas pelo Executivo Nacional) à economia e das incertezas políticas que rondam não apenas a atual presidência da República, mas a próxima também. O indicador de junho, que ficou em 49,6 pontos, não atingia valor tão baixo desde dezembro de 2016.  

O Monitor do PIB da Fundação Getúlio Vargas apontou para o crescimento de 0,1% do PIB na passagem de março para abril, e para o crescimento de 2,9% na comparação inter anual. Na comparação com abril de 2017, do lado da oferta, observa-se um crescimento excepcional das indústrias de transformação e do comércio; de 10,8% e 7,2% respectivamente. A agropecuária e os serviços de informação, por sua vez, foram as atividades que apresentaram queda, de 3,5% e 2,7%. Pela ótica da demanda, o consumo das famílias cresceu 3,0% na comparação com o mesmo mês do ano passado, sendo que todos seus componentes apresentaram avanço; com destaque para o consumo de produtos duráveis que cresceu 17,3% nessa comparação. A formação bruta de capital fixo cresceu 5,7%, graças em grande

De acordo com o Relatório Focus, divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central, o mercado ajustou suas projeções para o PIB, inflação e taxa de câmbio deste e do próximo ano. A mediana das expectativas para o crescimento do PIB em 2018 recuou de 1,94% para 1,76%, ao passo que, para 2019, recuou de 2,80% para 2,70%. Do ponto de vista do IPCA, as medianas das expectativas para o final deste ano e do próximo avançaram de 3,82% para 3,88% e de 4,07% para 4,10%, respectivamente. No câmbio, as medianas das expectativas avançaram de R$/US$ 3,50 para R$/US$ 3,63 neste ano e de R$/US$ 3,50 para R$/US$ 3,60 no próximo ano. As medianas das expectativas para a taxa Selic no final deste ano e do próximo, por sua vez, permaneceram em 6,50% e 8,00%, respectivamente.

A inflação pelo IGP-10 avançou 1,86% no mês de junho, após avanço de 1,11% em maio. Com esse resultado o índice acumula alta de 5,09% no ano e de 6,17% nos últimos doze meses. O Índice de Preços ao Produtor Amplo foi de 1,55% em maio para 2,50% em junho. As principais influências para a aceleração do índice vieram do aumento dos preços do minério de ferro (3,90% para 4,68%), da gasolina automotiva (8,80% para 12,74%) e das aves (-2,11% para 14,47%). O Índice de Preços ao Consumidor também acelerou, passando de 0,26% em maio para 0,74% em junho. Os principais responsáveis pelo movimento do índice foram as variações no preço da tarifa elétrica residencial (1,40% para 5,39%) e da gasolina (0,34% para 4,48%). Por fim, o Índice Nacional de Custos da Construção reg

A Pesquisa Mensal de Serviços apontou para o avanço de 1,0% no volume de serviços na passagem de março para abril. Na comparação com abril de 2017, o setor de serviços cresceu 2,2%. Com esse resultado, o setor acumula crescimento de -0,6% no no ano e -1,4% nos últimos doze meses. Na passagem do mês, as principais variações positivas vieram dos serviços profissionais, administrativos e complementares; e de serviços prestados às famílias, que registraram avanço de 1,7% e 1,5%. Os serviços de informação e comunicação, por sua vez, foram os únicos que apresentaram recuo, de 1,1%. Na comparação inter anual, os principais avanços vieram de outros serviços e transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio; de 11,4% e 4,4% respectivamente, tendo a segunda at

Em abril, o volume de vendas do comércio varejista registrou avanço de 1,0% na comparação com o mês de março. Com o resultado, o setor acumula alta de 3,4% em 2018 e de 3,7% nos últimos doze meses. Na comparação com março, Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação; e Combustíveis e lubrificantes foram as atividades que apresentaram maior avanço no volume de vendas, com taxas de variação de 4,8% e 3,5 % respectivamente. Na comparação inter anual, as atividades que apresentaram maior avanço foram Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos e Móveis e eletrodomésticos; cujos resultados cresceram 10,3% e 5,6% na comparação com abril de 2017. Tecidos, vestuário e calçados, por usa vez, apresentou a maior qued

A inflação ao consumidor variou 0,2% na margem em maio e, em 12 meses, chegou a 2,7% na série com ajuste sazonal. A variação do indicador veio 0,2 p.p. acima da última leitura, o que oferece mais evidencias de que a economia americana esteja em fase de aquecimento. Não só: a alta veio acima do consenso de mercado e o núcleo da inflação também subiu. Esse movimento coloca ainda mais pressão sobre o Federal Reserve, que deve aumentar a taxa básica de juros da economia mais três vezes ao longo deste ano. A próxima decisão sairá nesta quarta-feira e uma alta de 0,25 p.p., para 2,0% ao ano, é esperada pelo mercado. A depender dos próximos resultados para o mercado de trabalho e a inflação (ou sua proxy, a alta dos salários), o FED poderá alterar o ritmo de alta da taxa b

    

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