Comentário Macroeconômico
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momentos importantes para os protagonistas de 2026
02 de Abril de 2025
Informe Diário
02 de Abril de 2025
Cenário Macroeconômico - março
01 de Abril de 2025
Depois de grande queda na pesquisa de julho em razão das manifestações, a avaliação positiva (ótimo/bom) do governo melhorou nas duas pesquisas subsequentes, mas em doses homeopáticas: de 31,3% em julho (a menor) para 38,1% em setembro e 39% em novembro. Nessa pesquisa divulgada hoje voltou a cair, e atingiu 36,4%, enquanto a negativa (ruim/péssimo) voltou a subir e está em 24,8%. A avaliação pessoal da presidente segue o mesmo padrão, e a aprovação saiu de 58,8% em novembro para 55% enquanto a desaprovação subiu de 38,9% para 41%.
O Japão divulgou nesta segunda-feira (17/02) dados do crescimento da economia. Na comparação entre o 4º trimestre e o mesmo período de 2012, a expansão foi de 1%, número inferior ao consenso de mercado, que apontava crescimento de 2,8%. Parte fundamental do resultado foi a taxa de crescimento do consumo das famílias, que veio aquém das estimativas na comparação entre o 4º trimestre e o imediatamente anterior.
O índice de atividade econômica do Banco Central fechou o ano de 2013 em 2,52%. No mês de dezembro, a série apontou queda de 1,35% ante novembro na série ajustada sazonalmente. Já no quarto trimestre do ano passado, a série apresentou queda de 0,17% ante o trimestre anterior. Esse mal desempenho reflete o resultado negativo da produção industrial de dezembro, que retraiu em 3,5%.
O volume de vendas do varejo do mês de dezembro de 2013 apresentou queda de 0,2% na comparação com o mês anterior. Após nove meses de alta seguida esse é o primeiro resultado negativo. No ano de 2013 como um todo, houve crescimento de 4,3%, o menor resultado em dez anos. Já o varejo ampliado, que inclui auto veículos e material de construção, cresceu 3,6% no ano.
O nível dos reservatórios segundo a ONS está atingindo níveis preocupantes, principalmente na região Sul e Sudeste do país. No inicio do ano, os reservatórios da região sudeste e centro oeste estavam por volta de 43% da capacidade máxima, e ao longo do mês de janeiro foi caindo, até atingir 36,69% no dia 11 de fevereiro. Já na região Sul os reservatórios estavam em uma situação boa, chegando a 65% em 19 de janeiro. A partir disso houve uma queda constante até chegar em 46,31% no dia 11 desse mês.
A câmara dos representantes dos Estados Unidos aprovou, nesta terça-feira (11/02), a elevação do limite da dívida nacional até março de 2015. A decisão contou com uma postura pouco ortodoxa do partido Republicano, que, apesar da majoritária oposição ao texto original, decidiu por não exigir contrapartidas às propostas apresentadas. Agora, a medida segue para a aprovação do Senado e deve vigorar a partir de 27 de fevereiro.
O discurso de Janet Yellen foi na direção da cautela. A nova chairwoman do banco central norte-americano destacou a recuperação do mercado de trabalho em andamento e a manutenção da retirada de estímulos no ritmo atual, contudo, aumento nas taxas de juros provavelmente apenas em 2015.
O primeira prévia do IGP-M da FGV para o mês de fevereiro variou 0,22%. No mesmo período do mês anterior houve uma variação maior de 0,37%. O Índice de preço ao produtor amplo (IPA) variou 0,04%, sendo que o índice referente a matérias primas brutas teve queda de 0,7%. Apesar disso, com a seca das ultimas semanas e a pressão decorrente disso nos preços agrícolas (o café, o milho e o feijão vêm apresentando altas nas cotações do mercado nacional) o IPA deve vir mais forte nos mês fechado de fevereiro.
O relatório FOCUS do Banco Central revisou para baixo a expectativa do IPCA de 2014, de 6,00% para 5,89%. Apesar disso, a expectativa para a SELIC desse ano subiu de 11% para 11,25%. A próxima reunião do Copom é dia 25 e 26 de fevereiro.
Uma coisa que pode ter passado desapercebida, apesar do menor nível histórico da taxa de desemprego no Brasil, foi o aumento do desemprego no Nordeste. No Recife a média da taxa de desemprego passou de 6,0% durante 2012 para 6,4% em 2013, já em Salvador a situação é mais alarmante, saindo de 7,2% em 2012 para 8,1% em 2013.