Comentário Macroeconômico
03 de Abril de 2025
Informe Diário
03 de Abril de 2025
momentos importantes para os protagonistas de 2026
02 de Abril de 2025
Informe Diário
02 de Abril de 2025
Cenário Macroeconômico - março
01 de Abril de 2025
O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) registrou variação de -0,21% em novembro, após alta de 0,45% em outubro. Foi o menor índice registrado desde junho de 2017 (-0,23%) e a menor taxa para novembro desde 1994. Com o resultado do mês, o crescimento do acumulado nos últimos doze meses apresentou um recuo de 4,56% para 4,05%. O valor acumulado no ano foi de 3,59%, acima do registrado no mesmo mês do ano passado (2,50%). Os grupos de Transportes, Habitação, Saúde e Cuidado Pessoal, Vestuário e Comunicação apresentaram deflação de outubro para novembro, sendo o grupo Transporte o maior responsável pela queda observada no IPCA – variação de -0,14 pontos percentuais. Já os grupos de Alimentação e Bebidas, Despesas Pessoais, Artigos de Residência e Educação ap
O IGP-M registrou variação de -0,49% na passagem de outubro para novembro ante 0,89% observada no mês anterior. Com isso, o índice acumula alta de 8,71% no ano e 9,68% nos últimos dozes meses. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) passou de 1,11% em outubro para -0,81% em novembro. Nos Bens Finais, se destacou o comportamento do subgrupo combustíveis para consumo, cuja variação passou de 2,08% para -12,43%. O comportamento do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de 5,97% para -3,01%, foi o principal responsável pelo recuo observado nos Bens Intermediários (-0,55% contra 2,05% no mês anterior). A taxa do grupo Matérias-Primas Brutas passou de -0,11% em outubro para -1,10% em novembro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,
A 2ª prévia do IGP-M caiu 0,35% em novembro e desacelerou em relação à variação de 0,97% observada no mês passado. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) caiu 0,62% frente a alta de 1,24% no mesmo período do mês de outubro. Os preços dos Bens Finais caíram 0,45%, após alta de 1,04%; se destacou o comportamento do subgrupo combustíveis para consumo, cuja variação passou de 2,87% para -9,53%. O comportamento do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de 5,60%para -2,07%, foi o principal responsável pelo recuo observado nos Bens Intermediários (-0,27% contra 2,07% em outubro). A taxa do grupo Matérias-Primas Brutas passou de 0,44% em outubro para -1,24% em novembro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,11% no primeiro de
A Pesquisa Mensal de Comércio, divulgada nesta terça-feira pelo IBGE, apontou para a queda de 1,3% no volume de vendas do comércio varejista na passagem de agosto para setembro após um avanço de 2% em agosto. Com o resultado, o setor acumula alta de 2,3% em 2018 e de 2,8% nos últimos doze meses. Na comparação mensal interanual as vendas no varejo avançaram 0,1%. O fechamento do volume de vendas do terceiro trimestre de 2018 indicou alta de 1,1% em relação ao mesmo período do ano passado.
A 1ª prévia do IGP-M caiu 0,11% em novembro e desacelerou em relação à variação de 1,06% observada no mês passado. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) caiu 0,31%, o IPA subiu 1,40% no mesmo período do mês de outubro. Nos Bens Finais, se destacou o comportamento do subgrupo combustíveis para consumo, cuja variação passou de 3,00% para -6,15%. O comportamento do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de 4,88%para -0,23%, foi principal responsável pelo resultado observado para o recuo observado nos Bens Intermediários (0,58% contra 1,93% no mês anterior). A taxa do grupo Matérias-Primas Brutas passou de 1,30% em outubro para -1,59% em novembro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,30% no primeiro decêndio de novembro,
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) atingiu 0,45% em outubro, o maior índice para o mês desde 2015 (0,82%) e 0,03% abaixo do valor registrado em setembro (0,48%). O crescimento acumulado nos últimos 12 meses subiu ligeiramente de 4,53% para 4,56%. Os preços do grupo Alimentação e bebidas e Transportes foram os principais responsáveis para contribuir pela alta do mês. A taxa do grupo Alimentação e bebidas passou de 0,10% em setembro para 0,59% em outubro, reflexo, principalmente, da alta na alimentação no domicílio. Já o grupo de Transportes, apesar de ter pressionado o IPCA, apresentou desaceleração de 1,69% para 0,92%, reflexo de menores aumentos dos preços dos combustíveis. O valor acumulado no ano foi de 3,81%, acima do registrado no mesmo mês do
Os economistas americanos William D.Nordhaus, da Universidade de Yale, e Paul Romer, ex-economista chefe do Banco Mundial foram homenageados com o prêmio Nobel da Economia de 2018. Nordhaus, de 77 anos está sendo reconhecido pelo trabalho com modelos macroeconômicos que incorporam as condições climáticas e o desenvolvimento sustentável; para além disso, o economista é pioneiro na literatura de ciclos políticos. Romer, de 62 anos está sendo homenageado pelas suas contribuições em modelos de crescimento. que incorporam inovações tecnológicas. A premiação é a primeira para economistas da área de macroeconomia desde 2011, quando Thomas Sargent e Christopher Sims foram os vencedores. Nesse entretempo o prêmio ficou reservado para pesquisadores de microeconomia; premiando
A Pré Sal Petróleo S/A – (PPSA), estatal responsável pela comercialização do petróleo da União na região do Pré-sal, vendeu em leilão realizado hoje três lotes nesta região. Os lotes de Mero e Sapinhoá foram arrematados pela Petrobrás, sem oferta de ágio, em contrato de compra e venda da produção com validade de 36 meses, o que vai totalizar 11,2 milhões de barris no período. O lote de Lula foi arrematado pela Total E&P, com ágio de R$ 1 por m³, em um contrato de 12 meses, totalizando 1,1 milhão de barris. Este resultado indica a geração de R$ 3,2 bilhões durante o período de vigência dos contratos e deverão ser destinados aos setores de saúde e educação.
A Eletrobras vendeu nesta tarde a Eletroacre (AC) e a Ceron (RO) para a Energisa e a Boa Vista Energia (RR) para o grupo Oliveira Energia. Esta última uma empresa do Amazonas que atua com a geração de sistemas isolados. Esta distribuidora não está interligada ao sistema elétrico brasileiro e depende das importações da Venezuela.