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02 de Abril de 2025
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Cenário Macroeconômico - março
01 de Abril de 2025
Informe Diário
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31 de Março de 2025
A Sondagem Industrial do mês de novembro da CNI foi divulgada hoje. A utilização da capacidade instalada efetiva em relação ao usual continuou abaixo da linha divisória de 50, em torno de 45, o que representa que a UCI foi abaixo do usual para o mês. Já em relação aos estoques, a indústria registrou valor índice de 50,7 (valores acima de 50 indicam excesso de estoque).
Os dados de Inflação dos Estados Unidos divulgados hoje corroboram com hipótese de uma retirada de estímulos monetários apenas no primeiro trimestre de 2014. O resultado de 0,0% contra o mês de outubro e apenas 1,2% no acumulado 12 meses mostra que ainda há espaço para a manutenção da atual política monetária, visto que a meta estipulada para inflação é de 2,0%.
A arrecadação do mês de novembro veio muito bem, somando R$ 112,517 bilhões, alta real de 27,08% em relação ao mesmo mês do ano passado. Esse bom desempenho da arrecadação de impostos se deve, em parte, à entrada referente ao Refis, de R$ 20,376 bilhões. No acumulado do ano, a arrecadação soma R$ 1,019 trilhão.
A Produção Industrial dos Estados Unidos apresentou resultado além do esperado. Os dados divulgados hoje mostraram expansão de 1,1% em novembro na comparação com outubro e 3,2% com o mesmo mês do ano passado, superando as expectativas do mercado. Além disso, na comparação mensal houve revisão dos dados de outubro, que passaram de queda de 0,1%, para crescimento de 0,1%. O dado aponta na direção da melhora da atividade, o que pode significar o início da tão esperada retirada dos estímulos monetários. Hipótese que acreditamos crível apenas no primeiro trimestre de 2014.
O Banco Central divulgou seu relatório semanal de expectativas dos analistas de mercado sobre a economia, o Focus. O PIB de 2013 foi revisado para baixo, de 2,35% para 2,30%, reflexo do resultado ruim da economia do terceiro trimestre, de -0,5%. Para 2014, houve redução também, de 2,10% para 2,01%, demonstrando o pessimismo com o ano que vem, de eleições. Para a inflação, a mediana das expectativas do IPCA para este ano manteve-se em 5,70%, coincidindo também com as expectativas de curto prazo do top 5, mediana dos analistas que mais acertam. Com a aproximação do fim de ano, é difícil que esse valor mude muito. Quanto à taxa Selic para 2014, o mercado espera que ela fique em 10,50%, mantendo o
Passou pela câmara a lei orçamentária. Com facilidade – 332 votos a favor contra 94 – e aprovação dos dois partidos, afasta-se a possibilidade de paralisação parcial do governo no início de 2014. Agora, falta apenas o aval do Senado na próxima semana para o acordo ser fechado antes do recesso de final de ano.
O índice de atividade econômica do Banco Central, o IBC-Br, apresentou um crescimento de 0,77% em outubro ante o mês passado, na série ajustada sazonalmente. Essa alta superou as expectativas do mercado, que esperava algo em torno de alta de 0,5%. Na comparação interanual, de outubro 2013 contra outubro 2012, a série mostrou alta de 2,82%. Após um terceiro trimestre muito ruim, a expectativa é de que último trimestre do ano venha com um resultado positivo no PIB, e essa prévia do Banco Central parece caminhar nessa direção.
O volume de vendas no varejo em outubro cresceu 0,2% em relação a setembro este ano, na série ajustada sazonalmente. Apesar de ter sido a oitava alta consecutiva, as taxas sempre foram próximas de zero. Na comparação interanual, outubro 2013 contra outubro 2012, o varejo teve crescimento de 5,3%. No acumulado 12 meses, a taxa é de 4,5%. Quando levado em conta a venda de veículos e peças e material de construção, o varejo ampliado, a variação contra o mês passado é de 1,8%. Dentre os 10 setores avaliados pelo IBGE, sete tiveram variações positivas, entre eles Veículos e motos, partes e peças, com 6,2%.
O acordo entre democratas e republicanos saiu. Definiu-se orçamentos para 2014 e 2015, substituindo parte dos cortes automáticos de gastos – chamados de “sequestros” – principalmente no setor militar e de programas sociais. Agora, o esforço é de transformar o acordo em lei ainda em Dezembro, antes do recesso de final de ano.
Hoje o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou a prorrogação do Programa de Sustentação do Investimento, o PSI, para o ano de 2014, mas com novas condições. A taxa de juros para aquisição de ônibus, caminhões, bens de capital e do programa Pro-Caminhoneiro sobe de 4% para 6%, acompanhando o movimento de alta da Selic. Além disso, o aporte de recursos deverá diminuir em relação a este ano, que foi de aproximadamente R$ 100 bilhões, para cerca de R$ 80 bilhões.