Nesta semana, com algum atraso frente à agenda inicial por conta da pauta do Senado estar sendo mesclada entre a pauta econômica e demandas corporativistas, a Reforma da Previdência foi aprovada em primeiro turno. O segundo turno deve acontecer em meados do mês.

Dos destaques apresentados, foi aprovado apenas o que alterava a regra para a concessão de abono salarial. A perda estimada para os próximos dez anos é de R$ 76 bilhões -- de R$ 933 bilhões aprovados pela Câmara dos deputados há 2 meses, para R$ 877 bilhões agora.
A falta de coordenação do governo e de liderança do presidente do Senado nesta votação colocam uma dose extra de apreensão para com o comportamento futuro do Senado, casa na qual podem acontecer os maiores riscos fiscais neste ano.


Os governadores, cujas finanças estão destroçadas, pressionam constantemente por recursos e os senadores, sem uma condução adequada, podem acomodar estas demandas. Vale ficar atento a isto.

    

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