O IPCA de Fevereiro variou 0,32%, apenas 0,03 p.p. acima da variação observada em Janeiro. O resultado de Fevereiro é o mais baixo para o mês desde 2000, quando a variação registrada foi de 0,13%. Com o resultado do mês, o acumulado do ano está em 0,61%; o mais baixo desde a implementação do Plano Real e 0,1 p.p. abaixo do observado para esse mesmo período no ano passado. A alta de 3,89% foi a principal responsável pelo comportamento do IPCA no mês, sendo responsável por 0,19% da variação do índice. A alta no grupo reflete os reajustes habitualmente praticados no início do ano letivo, em especial os aumentos nas mensalidades dos cursos regulares, cujos valores subiram 5,23%. Na contramão da Educação, o grupo de Alimentação e Bebidas apresentou variação de -0,33%. A

O Indicador Antecedente de Emprego da Fundação Getúlio Vargas registrou 109,6 pontos em fevereiro e atingiu seu maior nível na série histórica. O resultado, 1,9 pontos superior ao observado no mês anterior, sinaliza uma possível aceleração na recuperação do mercado de trabalho para os próximos meses associada ao otimismo em relação ao crescimento econômico em 2018.

O Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna divulgado pela Fundação Getúlio Vargas variou 0,15% em fevereiro. Com esse resultado e a variação de 0,58% em janeiro o Índice acumula alta de 0,73% no ano e queda de 0,19% nos últimos doze meses. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 0,15% em fevereiro ante variação de 0,58% no mês anterior. A desaceleração do Índice se deve sobretudo à queda na variação dos índices relativos a Bens Finais e Bens Intermediários; cujas taxas de variação foram de 0,16% para -0,42% e de 1,43% para 0,25% respectivamente. O comportamento dos preços de combustíveis foi o principal responsável para esse decréscimo observado. O Índice de Preços ao Consumidor variou 0,17% em fevereiro ante 0,69% no mês anterior. As princi

Em janeiro, a produção industrial recuou 2,4% em relação ao resultado observado em dezembro na série com ajuste sazonal. Dessa forma, foi interrompida a sequência de quatro meses de resultados positivos. Na comparação inter anual, mais significativa em termos de análise da trajetória econômica, a indústria cresceu 5,7% em relação a janeiro de 2017; com resultados positivos que ilustram a retomada do investimento, tais quais o crescimento de 15,6% na produção de máquinas e equipamentos assim como o crescimento de 18,3% nos bens de capitais. Também apresentaram resultados positivos os grupamentos de insumos típicos para construção civil, que variaram 4,1% em relação ao mesmo mês do ano anterior e embalagens, que cresceu 5,4%. A projeção da MB Associados para o cres

O Índice de Preços ao Produtor (IPP) divulgado pelo IBGE variou 0,43% na passagem de dezembro de 2017 para janeiro de 2018. A variação é apenas 0,01 p.p. inferior à observada na passagem de novembro pra dezembro. As quatro maiores variações observadas no resultado de janeiro vieram dos produtos de confecção de artigos do vestuário e acessórios, refino de petróleo e produtos de álcool, minerais não-metálicos e impressão; cujos preços variaram 4,05%, 3,15%, -2,74% e -2,75% respectivamente. No que tange a influência das variações, por sua vez, se destacaram produtos de refino de petróleo e produtos de álcool, outros produtos químicos e veículos automotores; responsáveis respectivamente por 036 p.p., 0,18 p.p. e 0,14 p.p. da variação do IPP. Com o o resultado de jan

Após duas quedas anuais consecutivas, ambas de 3,5%, o PIB voltou a crescer em 2017 à taxa de 1,0%. Na comparação anual a agropecuária e o setor de serviços apresentaram alta, de 13,0% e 0,3%; enquanto a atividade industrial apresentou estabilidade. A taxa de investimento em 2017 foi de 15,6% do PIB, abaixo dos 16,1% observados no ano anterior. A taxa de poupança, por sua vez, subiu de 13,9% em 2016 para 14,8% em 2017. O PIB per capita teve avanço de 0,2% em termos reais. Na análise da demanda interna, a Formação bruta de capital fixo recuou 1,8%, comandada pela queda da Construção, e a Despesa do consumo do governo caiu em 0,6%. Já a Despesa de consumo das famílias cresceu 1,0% em relação ao ano anterior , o que pode ser explicado pelo comportamento dos indicadores de inf

Os resultados da PNAD Contínua Mensal para os meses de novembro de 2017 a janeiro de 2018 evidenciaram estabilidade no mercado de trabalho em relação ao trimestre imediatamente anterior e queda da taxa de desocupação na comparação com o mesmo trimestre para o ano interior. A taxa de desocupação registrada foi de 12,2%, a mesma observada no trimestre anterior, mas 0,4 p.p. abaixo da observada no trimestre de novembro de 2016 a janeiro de 2017. A população desocupada permaneceu em 12,7 milhões e a população ocupada se manteve em 91,7 milhões. Na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior ambos indicadores apresentaram avanço; a taxa de desocupação para esse período era de 12,9 milhões enquanto a população ocupada era inferior em 1,8 milhões de pessoas. O númer

O Índice de Confiança do Comércio divulgado pela Fundação Getúlio Vargas avançou no mês de fevereiro para 95,5 pontos e atingiu seu maior nível desde 2014, quando havia registrado 97,8 pontos. O Índice de Satisfação atual também avançou e atingiu 92,8 pontos, ao passo que o Índice de Expectativas recuou de 102,4 para 98,4 pontos em fevereiro.

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) subiu 0,07% em fevereiro, percentual significativamente inferior ao observado em janeiro quando se registrou alta de 0,76%. Com o resultado, o índice acumula queda de 0,42% nos últimos doze meses; cenário muito diferente de fevereiro de 2017 quando o índice acumulava alta de 5,38% em 12 meses. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) recuou 0,02% no mês, sobretudo em decorrência do recuo de 0,71% no preço dos Bens Finais; sendo o principal responsável o comportamento dos preços do grupo combustíveis para o consumo, cuja taxa de variação foi de 4,09% para -2,63%. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,28% em fevereiro ante 0,56% no mês anterior. A principal contribuição para esse recuo veio do grupo de Alimentação,

O Índice de Confiança da Construção da Fundação Getúlio Vargas recuou 1,2 pontos em fevereiro, de modo que o resultado registrado foi de 81,4 pontos. A despeito do recuo observado, o resultado da média móvel trimestral manteve a trajetória ascendente. A queda na confiança dos empresários se deu sobretudo em decorrência das incertezas em relação ao clima de negócios nos próximos seis meses; o que é ilustrado pela queda no Índice de Expectativas de 95,9 para 92,7 pontos na passagem de janeiro para fevereiro. O índice de Situação Atual, por sua vez, aumentou 0,6 pontos e chegou a 70,5 pontos em fevereiro.