Em outubro, o setor de serviços recuou 0,8% em relação a setembro na série com ajuste sazonal, após recuos de 0,3% em setembro e de 1,0% em agosto. Na comparação com outubro de 2016 na série sem ajuste sazonal, o volume de serviços prestados variou em -0,3%; a queda é menos intensa do que as observadas em setembro e agosto, de 3,2% e 2,6% respectivamente . Com esses resultados, a taxa acumulada no ano ficou em -3,4% e, em 12 meses, -3,7%. Entre setembro e outubro, Piauí (-5,3%), Ceará (-4,9%) e Acre (-3,5%) tiveram as maiores quedas no volume de serviços prestados, ao passo que os estados da Bahia (2,8%), Sergipe (2,5%) e Distrito Federal (1,6%) apresentaram as maiores altas para o período.

O IGP-10 variou em 0,9% no mês de dezembro. Assim sendo, a variação acumulada no ano foi de -0,42%, ao passo que no anterior havia sido de 6,95%. O Índice de Preços ao Produtor Amplo variou em 1,22% no mês. Os Bens Finais registraram taxa de variação de 0,52%, em dezembro, frente a 0,44%, em novembro. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo combustíveis para o consumo, cuja taxa foi de 5,28% para 6,92%. O índice do grupo Bens Intermediários registrou variação de 1,69% no mês, ao passo que havia sido de 1,33% no mês anterior; o principal responsável pelo aumento da taxa foi o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa de variação passou de 2,14% para 4,59%. O índice do grupo Matérias-Primas Brutas registrou variação positiva

Em outubro de 2017, o comércio varejista nacional caiu 0,9% se comparado ao mês anterior, na série livre de influências sazonais, após acréscimo de 0,3% em setembro. Dessa forma, a média móvel trimestral para o volume de vendas no varejo recuou de -0,1% para -0,4%. O comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças e de Material de construção recuou 1,4% em relação a setembro de 2017, após crescer por quatro meses consecutivos, período em que o varejo ampliado acumulou ganho de 3,5%, na série com ajuste sazonal. Frente a outubro de 2016, o varejo ampliado avançou 7,5%, registrando sexta taxa positiva consecutiva.Com isso, acumulou de janeiro a outubro variação positiva de 3,2%. O acumulado nos últimos 12 meses teve a primeira alta, de 1,4%, desd

O IGP-M registrou uma variação de 0,73% para os primeiros dez dias de dezembro. A variação para o mesmo período do mês passado tinha sido de -0,02%. O Índice de Preços ao Produtor Amplo apresentou variação de 0,96%. Contribuíram para essa variação positiva o comportamento dos alimentos processados, cuja taxa variou de 0,31% para 1,08% incidindo na taxa de bens finais; e a variação do minério de ferro e dos bovinos, que foi de -14,95% para 1,99% e de -1,67% para 1,47% incidindo no índice referente às matérias-primas brutas. O Índice de Preços ao Consumidor variou em 0,30% no primeiro decênio de dezembro; sobretudo em decorrência do comportamento da gasolina, cuja taxa passou 0,51% para 2,97%. O Índice Nacional de Custo da Construção registrou variação de 0,30% no

O IPCA de novembro ficou em 0,28%, 0,14 p.p. abaixo do resultado do mês anterior, que foi de 0,42%. Dessa forma, o acumulado no ano chegou a 2,50%; o resultado é o menor para o mês de novembro desde 1998, quando foi de 1,32%. O acumulado dos últimos 12 meses, de 2,80% superou os 2,70% dos 12 meses imediatamente anteriores. Pelo sétimo mês consecutivo, os alimentos, que representam cerca de 25% das despesas das famílias, caíram de preço em 0,38%. A Habitação, por sua vez, teve variação de 1,27% e impacto de 0,20 p.p. e foi o grupo de maior impacto, uma vez que a energia elétrica (0,15 p.p.) subiu, em média, 4,21% em decorrência do vigor da bandeira tarifária vermelha patamar 2, já com a cobrança adicional do novo valor de R$ 5,00 a cada 100 Kwh consumidos. A alta de 1,32%

O IGP-DI variou em 0,8% no mês de novembro e o resultado acumulado no ano foi de -1,15%, ao passo que o acumulado nos últimos doze meses foi de -0,33%. A variação no IGP-DI em novembro de 2016 foi de 0,05%. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou variação de 1,06% em novembro. O índice relativo a Bens Finais apresentou variação de 0,61%; o principal responsável por este movimento foi o subgrupo combustíveis para o consumo, cuja taxa passou de 1,06% para 10,02%. O índice do grupo Bens Intermediários apresentou taxa de variação de 1,98%, ante 1,22%, no mês anterior. O principal responsável por este avanço foi o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa de variação passou de 0,54% para 7,02%. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC)

O Copom decidiu, por unanimidade, reduzir a taxa Selic em 0,5 ponto percentual, para 7,00% a.a., sem viés. A atualização do cenário básico do Copom pode ser descrita pelas evidências dos últimos indicadores da economia brasileira indicando sinais compatíveis com a recuperação gradual do desempenho econômico. O cenário externo tem se mostrado favorável uma vez que a atividade econômica global vem se recuperando sem pressionar em demasia as condições financeiras nas economias avançadas, de modo a contribuir para manter o apetite ao risco em relação a economias emergentes. O comportamento da inflação permanece favorável, com diversas medidas de inflação em níveis confortáveis ou baixos, inclusive os componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monet

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) registrou crescimento de 15,2% na produção de autoveículos se comparado com os resultados de novembro do ano passado. Se comparado com o mês anterior, o resultado foi uma queda na produção de 0,3%. No que diz respeito à produção de máquinas agrícolas, a produção registrou queda em comparação a outubro e a novembro de 2016, de 11,2% e 28,4% respectivamente. Quanto ao emprego na indústria automobilística, na comparação com outubro há uma queda de 0,3% no pessoal empregado, em decorrência da diminuição de empregos na produção de máquinas agrícolas; na comparação com novembro de 2016 houve crescimento de 2,5% no pessoal empregado. As exportações, tanto de automóveis quanto de máquinas ag

O IBGE registrou um crescimento de 0,2% da produção industrial em outubro se comparada à produção de setembro. O resultado é o segundo positivo consecutivo, de forma que o ganho acumulado nos dois meses é de 0,6%. Na série sem ajuste sazonal, no confronto com outubro de 2016, a indústria cresceu 5,3%, registrando a sexta taxa positiva consecutiva e a mais elevada desde abril de 2013, que fora de 9,8%. Assim, o acumulado do ano teve alta de 1,9%. O resultado acumulado nos últimos doze meses, por sua vez, avançou em 1,5%.O resultado é o segundo positivo consecutivo e o mais elevado desde março de 2014, quando o crescimento foi de 2,1%. As principais contribuições para o resultado positivo da indústria vieram do setor de produtos farmoquímicos e farmacêuticos e do setor de b

O relatório FOCUS dessa semana revelou relativa estabilidade das expectativas do mercado com relação aos indicadores para os anos de 2017 e 2018. A expectativa para o IPCA me 2017 caiu pela segunda semana seguida, dessa vez de 3,06% para 3,03% enquanto se manteve estável para o ano seguinte. Quanto ao IGP-M, as expectativas subiram de -1,12% para -0,95% no ano atual, e subiram de 4,38% para 4,39% no que diz respeito a 2018. As expectativas para o PIB foram revisadas para cima para ambos os anos; de 0,73% para 0,89% em 2017 e de 2,58% para 2,60% em 2108. As expectativas da meta da taxa SELIC, por sua vez, mantiveram-se em 7% a.a para os dois anos.