As sondagens do comércio e da indústria de transformação, divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas, evidenciaram a confiança dos agentes em ambos os setores não só com a situação atual da economia, mas também em relação às expectativas para o futuro próximo. Na Sondagem do Comércio, o Índice de Confiança do Comércio atingiu seu maior nível desde abril de 2014. Na Sondagem da Indústria,o Índice de Confiança atingiu seu maior nível desde agosto de 2013. A trajetória ascendente dos indicadores de situação atual e expectativas fez com que a confiança nos setores voltasse para os patamares do período anterior à crise; sinal de percepção dos empresários da recuperação do desempenho da economia.

O IPCA-15 registrou variação de 0,10% em março, ficando abaixo dos resultados observados para janeiro e fevereiro, de 0,39% e 0,38%. O resultado observado é o menor para o mês desde 2000, quando foi registrada variação de 0,09% no mês de março. Com o resultado de março, o resultado acumulado nos últimos doze meses para o IPCA-15 é de 2,80%. Os principais responsáveis para a baixa variação no índice em março foram as variações negativas nos preços de Alimentação e Bebidas e Comunicação; que variaram -0,07% e -0.19% respectivamente. A queda no grupo de comunicação se deu sobretudo em decorrência da redução nas tarifas das ligações locais e interurbanas de fixo para móvel em vigor desde o fim de fevereiro. Já no grupo de alimentos, foi a variação negativa no

A semana foi agitada para as autoridades monetárias mundo a fora. No Brasil, o Copom anunciou mais um corte na taxa Selic, o 12º consecutivo que levou a taxa aos 6,50%. A manutenção do cenário internacional favorável e do comportamento surpreendente favorável da inflação motivaram o corte por parte da autoridade, que sinalizou para mais um corte na taxa de juros antes de interromper o processo de flexibilização monetária. Na Inglaterra, o Bank of England (BoE) decidiu pela manutenção da taxa de juros a 0,50%. Nos Estados Unidos, o Federal Reserve optou por um aumento na taxa de juros para 1,75%. A opção pode ser entendida como uma resposta à expansão fiscal subsequente à reforma tributária, que numa economia em pleno emprego tal qual a norte-americana levaria a uma pres

Os indicadores do Monitor do PIB da Fundação Getúlio Vargas apontam para a continuidade da retomada do desempenho da economia. Ainda que na comparação mensal na série com ajuste sazonal o PIB de janeiro tenha retraído 0,3% em relação a dezembro, os indicadores relativos à comparação com o ano de 2017 apontam inequivocamente no sentido do crescimento. Na comparação, o PIB do trimestre móvel que se encerra em janeiro cresceu 2,2% com relação ao observado em 2017. Se destacam o crescimento da agropecuária, da transformação e do comércio; de 8,2%, 6,1% e 4,6% respectivamente. Também na comparação interanual, o consumo das famílias cresceu 2,7%, com todos os itens que o compõe apresentando variação positiva. A Formação Bruta de Capital Fixo cresceu 4,4% em relaçã

O relatório Focus dessa segunda-feira evidenciou a expectativa do mercado de mais um corte de 0,25 p.p. na taxa Selic em 2018. A reunião do Copom que ocorrerá amanhã tem tudo para ser o momento de confirmação do corte. Os resultados do IPCA, que surpreenderam positivamente nos meses de janeiro e fevereiro, coadunados a um nível de ociosidade ainda alto na economia brasileira e a um cenário favorável na economia internacional configuram o ambiente apropriado para o novo corte e à manutenção da política monetária estimulativa. A recuperação gradual da economia e do nível de atividade, contudo, deve levar eventualmente ao fim dessa política estimulativa; de modo que a expectativa do mercado para 2019 é da Taxa Selic em 8,00%. A reunião do Copom será amanhã à tarde em Br

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) subiu 0,59% no segundo decêndio de março. Para o mesmo período em fevereiro, o resultado havia sido uma alta de 0,03%. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 0,83% no mês, resultado significativamente superior ao decréscimo de 0,13% observado em fevereiro. NO grupo de Bens Finais, os preços variaram 0,41% em março ante -0,74% em fevereiro; a grande contribuição para esse resultado veio do subgrupo de alimentos in natura, cuja taxa de variação foi de -3,62% para 8,47%. o grupo de Bens Intermediários variou 0,58% ante 0,97% no mês anterior. O principal responsável por essa desaceleração foi o subgrupo de combustíveis e lubrificantes, cujos preços variaram 0,69% em fevereiro e -2,44% em março. O índice referente ao

Após altas de 1,0% em 1,5% em novembro e dezembro de 2017, o setor de serviços recuou 1,9% em janeiro na série com ajuste sazonal. Se comparado ao resultado observado em janeiro do ano anterior, o setor recuou 1,3%. Com o resultado de janeiro o acumulado nos últimos doze meses é uma queda de 2,7% no volume do setor. Os principais recuos vieram dos segmentos de Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio e dos serviços profissionais, administrativos e complementares; de 3,0% e 1,4% respectivamente. Na contramão dos resultados negativos para o mês, volumes de Outros Serviços e atividades de turismo avançaram 3,8% e 0,3%. A nível regional, o volume de serviços recuou em 18 dos 27 estados, sendo o resultado mais expressivo a queda de 7,6% do volume de serviços em S

O Indicador de Intenção de Investimentos da Indústria elaborado pela Fundação Getúlio Vargas atingiu 123,7 pontos no primeiro trimestre de 2018 e registrou seu maior resultado desde o quarto trimestre de 2013, quando havia registrado 129,5 pontos. O resultado da Sondagem de Investimentos vai no sentido do cenário de avanço nos investimentos em 2018, centrado na expectativa de mais um ano bom para a Agropecuária e da Indústria de Transformação; assim como na expectativa de retomada do crescimento da Construção. Ainda que o indicador continue abaixo do nível médio observados nos anos de 2012-13, imediatamente anteriores à recessão, já é o quarto semestre em que o indicador sinaliza a expansão dos investimentos pelas empresas.

A Pesquisa Mensal do Comércio divulgada pelo IBGE apontou para um crescimento de 0,9% do volume do comércio varejista em janeiro na série com ajuste sazonal, ante a queda de 0,5% observada em dezembro. Se comparado ao mês de janeiro de 2017, o comércio varejista cresceu 3,2%; sendo assim a décima taxa positiva na comparação inter anual, o que é ilustrativo da recuperação do desempenho econômico. Com o resultado de janeiro, o crescimento acumulado do comércio em doze meses é de 2,5%. O acréscimo no volume de vendas em janeiro se deu por ocasião no crescimento de cinco das oito atividades investigadas, assim como no avanço do comércio em 19 das 27 unidades federativas. No que diz respeito às atividades, se destacaram positivamente o comércio em Hipermercados, supermercado

O Relatório Focus divulgado nesta segunda-feira evidenciou o otimismo do mercado quanto ao comportamento da inflação para 2018. Por ocasião dos resultado do IPCA de Fevereiro, que surpreendeu positivamente, as expectativas para o índice em 2018 foram revisadas de 3,70% para 3,67%. Também em decorrência do resultado do IPCA no início do ano, o mercado enxerga espaço para mais um corte de 0,25 p.p. na Taxa Selic; de modo que as expectativas para a taxa foram revisadas para 6,50%. As projeções da MB Associados para o IPCA e a Taxa Selic em 2018 são de respectivamente 3,5% e 6,5%