O Índice de Confiança da Construção elaborado pela Fundação Getúlio Vargas avançou 0,4 pontos de abril para maio e alcançou 82,4 pontos. O resultado é próximo dos 82,6 pontos registrados em janeiro de 2018. Apesar na piora da percepção empresarial em relação à situação atual, decorrente sobretudo de lenta retomada do nível de atividade; o avanço na expectativas, em especial para os próximos seis meses, fez com que o índice tivesse variação positiva após a queda em abril.

O Índice de Confiança do Comércio elaborado pela Fundação Getúlio Vargas caiu 4,1 pontos em maio, passando de 96,7 para 92,6 pontos, retornando aos níveis de novembro do ano passado. A queda no índice se deu por ocasião nas queda de ambos os índices que o compõe, de situação atual e de expectativas. O recuo na confiança do comércio se deve à percepção de desaceleração das vendas do setor. De acordo com os elaboradores do índice, a queda da percepção atual sinaliza para uma recuperação gradual e sujeita a contratempos nas vendas do setor de comércio.

A inflação pelo IPCA-15 em maio ficou em 0,14%. Com o resultado do mês, o índice acumula alta de 1,23% no ano, e de 2,70% nos últimos 12 meses. Os grupos de produtos e serviços que apresentaram deflação na passagem do mês foram: Alimentação e Bebidas, cuja variação negativa de 0,05% foi influenciada pela deflação de 0,28% nos preços da alimentação fora de casa; Transportes, cuja queda de 0,35% nos preços se deu sobretudo por ocasião na queda de 5,17% no preço do etanol e de 14,94% nos preços de passagem aérea; e por último Artigos de Residência, que variou com taxa de -0,11% em decorrência da que da 1,47% em TV, som e informática.   O IPCA-15 acumulado no ano se encontra em seu  menor nível para o período janeiro-maio desde a implantação do Plano

O Monitor do PIB da FGV evidenciou resultados mistos do desempenho da economia no primeiro trimestre de 2018. Se por um lado, de 0,3% em relação ao trimestre anterior tem aponta uma tendência de alta, o crescimento de 0,9% na comparação inter anual evidencia uma trajetória de desaceleração do crescimento. O destaque positivo foi o crescimento das atividades de transformação e do comércio ; de 4,6% e 4,8%. Na contramão dessas atividades, a agropecuária retraiu 5,2%.O consumo das famílias apresentou crescimento de 1,5% no primeiro trimestre deste ano na comparação inter anual, enquanto a formação bruta de capital fixo cresceu 3,7%. A exportação retraiu 4,4% se comparada ao observado no primeiro trimestre de 2017, enquanto a importação retraiu 0,4%.   A projeção

A decisão do Comitê de Política Monetária por manter a taxa de juros em 6,50% ao ano surpreendeu o mercado, tendo em vista a sinalização feita na reunião anterior para um último corte de 0,25 p.p.. A decisão não se deu por ocasião de mudanças na trajetória da economia brasileira; visto que a inflação se encontra em níveis confortavelmente baixos enquanto a economia opera com alta capacidade ociosa.O cenário internacional, contudo, foi determinante para a decisão do Comitê. A normalização da taxa de juros nas economias avançadas, em particular dos EUA, reduziu o apetite ao risco em relação aos países emergentes. Levando em conta os riscos associados ao cenário internacional mais adverso e volátil, o Copom optou por não reduzir a taxa de juros. A possibilidade de

O IGP-10 subiu 1,11% em maio. O percentual é superior ao observado em abril, de 0,56%. Com o resultado, o índice acumula lata de 3,18% no ano e 3,58% nos últimos 12 meses. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) acelerou de 0,70% em abril para 1,55% em maio. O aumento na variação partiu dos Bens Intermediários e Matérias-Primas brutas; cujas taxas de variação aceleraram por conta no aumento da variação dos preços de combustíveis e lubrificantes para a produção, e no minério de ferro e soja em grão respectivamente. O Índice de Preços ao Consumidor, por sua vez, apresentou variação de 0,26%, próxima à variação de 0,28% registrada no mês anterior. O decréscimo na variação do grupo Alimentação, de 0,20% para 0,10% por ocasião na queda do preço das frutas,

Em março, o setor de serviços recuou 0,2% em comparação ao mês de fevereiro na série com ajuste sazonal. Em comparação a março do ano anterior, o volume de serviços recuou 0,8%. Com o resultado do mês, o volume de serviços variou -2,0% nos últimos doze meses, e 1,5% no acumulado do ano. As principais variações negativas no mês vieram dos setores de serviços profissionais, administrativos e complementares, serviços auxiliares aos transportes e correio e outros serviços; de -1,8%, -0,8% e -0,4% respectivamente. Os setores de serviços de informação e comunicação e serviços prestados às famílias tiveram avanços de 2,3% e 2,1% em seus volumes. Na comparação inter anual, o setor que apresenta o maior recuou, de 2,6% no volume de serviços, é o de serviços profissi

Em março de 2018, o volume de vendas do comércio varejista nacional variou 0,3% frente a fevereiro, na série com ajuste sazonal. Na comparação inter anual, sem ajuste sazonal, o comércio varejista cresceu 6,5%. Como resultado de março, o volume de vendas no varejo apresenta altas de 3,8% no ano e de 3,7% nos últimos 12 meses. Na passagem de fevereiro pra março, o maior avanço foi observado em Combustíveis e Lubrificantes, de 1,4%. A maior queda, por sua vez, foi observada em Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, de 5,0%. Na comparação com março de 2017, as atividades que apresentam maior avanço no volume de vendas são Veículos e motos, partes e peças, Outros artigos de uso pessoal e doméstico e Hiper, supermercados, produtos alimentíci

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de abril variou 0,22% em abril; resultado 0,13% superior ao observado em março. Com o resultado, o acumulado no ano atingiu 0,92%, seu nível mias baixo para abril desde a implementação do Plano Real. O acumulado dos últimos 12 meses ficou em 2,76%. Dentre os grupos pesquisados, apenas Comunicação apresentou variação negativa em seus preços, de 0,07%. O grupo de Transportes apresentou estabilidade em seus preços, enquanto os demais grupos apresentaram variações positivas entre 0,08% e 0,91%. A maior variação veio do grupo de Saúde, por ocasião da lata nos preços de remédios e planos de saúde, que variaram 1,54% e 1,06% respectivamente. A queda no grupo de Comunicação foi impulsionada sobretudo pela variação neg

A PIM Regional mostrou que no recuo de 0,1% da produção industrial de fevereiro para março, oito dos quinze locais pesquisados mostraram taxas de variação negativas. Os recuos mais acentuados vieram do estados da Bahia, do Rio de Janeiro, e da região Nordeste; de 4,5%, 3,7% e 3,6% respectivamente. Na comparação inter anual, estas unidades territoriais apresentam recuo em sua atividade industrial de 5,3%, 0,3% e 3,6%. Na contramão dos resultados negativos, Pará, Mato Grosso, Espírito Santo, Amazonas e São Paulo registraram avanço em março; de 9,0%, 4,7%, 2,8%, 2,6% e e 2,0% respectivamente. Na comparação inter anual estas unidades territoriais apresentam variação na sua produção industrial de 10,1%, 3,4%, -2,4%, 24,3% e 4,0%

    

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