A Sondagem da Indústria divulgada pela FGV e o Índice Nacional de Expectativas do Consumidor (INEC) elaborado pela CNI evidenciaram a estabilidade das expectativas e confiança quanto ao desempenho da economia nessa virada de ano. O índice de Confiança da Indústria (ICI) de janeiro se manteve nos 99,4 pontos que alcançou no mês anterior, o maior resultado desde janeiro de 2014 quando havia registrado 99,6 pontos. A despeito da melhora das avaliações sobre as condições do setor atual, as incertezas acerca do futuro levaram a uma queda do índice de expectativas, que acabou por contrabalancear o otimismo frente a situação atual, sendo assim o responsável pela estabilidade do ICI. O INEC, por sua vez, recuou 0,5 pontos na margem e ficou em 100,5 pontos para o mês de dezembro. A

O Índice de Confiança da Construção elaborado pela Fundação Getúlio Vargas subiu 1,5 pontos e chegou 82,6 no mês de janeiro. Dessa forma, o índice se encontra no patamar mais alto desde janeiro de 2015, quando registrava 85,4 pontos. O resultado positivo do índice para o mês se deve sobretudo ao otimismo dos empresários. O Índice de Expectativas avançou 3,3 pontos e atingiu os 95,9 pontos.

O Índice de Confiança do Consumidor divulgado pela Fundação Getúlio Vargas avançou 0,4 pontos e chegou a 88,8 em janeiro, após cinco meses de avanço. Com esse resultado, o índice se encontra no nível mais alto desde outubro de 2014, quando estava em 91,3 pontos. O avanço de 0,4 pontos no mês constituiu uma desaceleração dos acréscimos observados; a qual os elaboradores do índice atribuíram às incertezas quanto ao futuro do cenário econômico para os próximos meses. O Índice de Situação Atual avançou pelo sexto mês consecutivo e atingiu 76,6 pontos, nível mais alto desde maio de 2015. O Índice de Expectativas, contudo, variou negativamente e recuou para 97,6 pontos, interrompendo a sequência de quatro altas consecutivas. No resultado de janeiro chamou atenção a

A Sondagem Industrial de dezembro divulgada pela Confederação Nacional da Indústria mostrou uma desaceleração da atividade industrial, típica do mês de dezembro por contado fim das encomendas para o pedido de festas, mais branda do que a observada em outros anos; o que ilustra a trajetória de recuperação da atividade industrial no encerramento de 2017. Seguindo o padrão sazonal, a produção industrial recuou, de modo que o índice da evolução da produção ficou em 42,4 pontos para dezembro. A despeito do recuou, o índice se encontra no patamar mais alto para um mês de dezembro desde 2011. O índice relativo à utilização da capacidade instalada também registrou um recuou, caindo 2,2 pontos chegando em 41,4. O índice relativo aos estoques teve um recuo de 0,3 pontos na

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) divulgado pela Fundação Getúlio Vargas registrou variação de 0,59% na terceira semana de janeiro. O resultado ficou 0,12% acima da variação registrada na semana imediatamente anterior. A maior contribuição para o acréscimo na variação veio do grupo de Alimentação, cuja taxa passou de 0,93% para 1,27%; com destaque para as hortaliças e legumes, cuja taxa foi de 10,18% para 15,55%. O grupo de transportes registrou um acréscimo na variação de 0,01% em relação à semana passada, indo de 0,84% para 0,85%, sobretudo tudo por ocasião do comportamento das tarifas de ônibus urbano, cuja taxa de variação foi de 0,33% para 0,78%. Em contrapartida, o grupo de Saúde e Cuidados Pessoais registrou uma queda na taxa de variação,

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) teve variação de 0,39% em janeiro, ficando acima da taxa de 0,35% de dezembro em 0,04 ponto percentual (p.p). Esta é segunda menor taxa para um mês de janeiro desde 1994, quando foi criado o Plano Real, sendo apenas mais alta que a variação de 0,31% verificada em janeiro de 2017. Com esse resultado, o acumulado nos últimos doze meses ficou em 3,02%. O principal responsável pelo crescimento do IPCA-15 foi o grupo de Alimentação e Bebidas, cuja taxa foi de -0,02% para 0,76%, interrompido as sucessivas quedas registradas nos últimos meses. A mudança no comportamento do grupo ocorreu sobretudo por ocasião da pressão dos alimentos consumidos em casa, cuja variação registrada foi de 0,97%. A variação mais elevada, c

O Relatório Focus divulgado pelo Banco Central na segunda-feira (22) evidenciou relativa estabilidade das expectativas para a inflação e o crescimento em 2018 e forte estabilidade nas expectativas apara 2019. Para o ano de 2018, as expectativas para o IPCA se mantiveram em 3,95% pela terceira semana consecutiva, enquanto as expectativas para o IGP-M foram revisadas de 4,44% para 4,50%. As projeções para o crescimento do PIB no ano se mantiveram em 2,70%, tal qual o apresentado no relatório da semana anterior. No que diz respeito ao ano de 2019, a estabilidade nas projeções é ainda maior; para o IPCA as expectativas são de 4,50% pela 42ª semana consecutiva e do IGP-M se encontram em 4,30% pela sexta semana. A projeção para o PIB foi revisada para 2,99% ante os 2,80% da semana p

O Índice de Confiança do Empresário Industrial divulgado pela Confederação Nacional da Indústria teve seu sexto crescimento consecutivo de dezembro para janeiro e chegou a 59 pontos, nível mais alto do índice desde abril de 2011, quando este alcançou 59,5 pontos. A melhora do índice se deve sobretudo ao otimismo nas expectativas para a economia. O índice de expectativas aumentou 1 ponto em relação a dezembro, atingindo 62 pontos, patamar mais alto deste índice desde fevereiro de 2013 quando se encontrava em 62,3 pontos. O Índice de condições atuais se encontra em 53,1 pontos. Apesar do aumento tímido de 0,2 pontos em relação ao mês anterior, já é o quinto mês consecutivo em que se encontra acima dos 50 pontos; o que ilustra a percepção do empresário de que as con

O índice Geral de Preços - Mercado, IGP-M, divulgado pela Fundação Getúlio Vargas, registrou variação de 0,82% no segundo decêndio de janeiro. Para o mesmo período no mês anterior, o índice variou 0,88%. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou variação de 1,07%, 0, 13% abaixo da registrada para o mesmo período no mês anterior. A taxa de variação dos Bens Finais saltou de 0,49% para 0,93%, sobretudo pela mudança na variação dos alimentos in natura, cuja taxa foi de -1,85% para 3,82%. A taxa de variação dos Bens Intermediários caiu de 1,23% para 1,04%; sendo o principal responsável o comportamento dos materiais e componentes para a construção, cuja taxa de variação caiu de 1,16% para 0,20%. A variação no índice referente a Matérias-Primas Bruta

Os Indicadores Industriais de novembro, divulgados pela Confederação Nacional da Indústria, ilustraram a continuidade da retomada do desempenho da economia brasileira no ano de 2017, com destaque para a evolução do emprego e o aumento da Utilização da Capacidade Instalada (UCI). Com ajuste sazonal, o emprego aumentou em 0,3% em relação ao mês anterior, chegando ao terceiro mês sem queda. Contudo, o resultado acumulado no mês para 2017 é 2,9% inferior ao de 2016. A Utilização da Capacidade Instalada chegou a 78,3% e se encontra no patamar mais alto desde fevereiro de 2016. Apesar das trajetórias positivas do emprego e da UCI, os demais indicadores estão oscilando mês a mês; para o mês de novembro, o faturamento real, a massa de salário real e o rendimento real médio va