O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de abril variou 0,22% em abril; resultado 0,13% superior ao observado em março. Com o resultado, o acumulado no ano atingiu 0,92%, seu nível mias baixo para abril desde a implementação do Plano Real. O acumulado dos últimos 12 meses ficou em 2,76%. Dentre os grupos pesquisados, apenas Comunicação apresentou variação negativa em seus preços, de 0,07%. O grupo de Transportes apresentou estabilidade em seus preços, enquanto os demais grupos apresentaram variações positivas entre 0,08% e 0,91%. A maior variação veio do grupo de Saúde, por ocasião da lata nos preços de remédios e planos de saúde, que variaram 1,54% e 1,06% respectivamente. A queda no grupo de Comunicação foi impulsionada sobretudo pela variação neg

A PIM Regional mostrou que no recuo de 0,1% da produção industrial de fevereiro para março, oito dos quinze locais pesquisados mostraram taxas de variação negativas. Os recuos mais acentuados vieram do estados da Bahia, do Rio de Janeiro, e da região Nordeste; de 4,5%, 3,7% e 3,6% respectivamente. Na comparação inter anual, estas unidades territoriais apresentam recuo em sua atividade industrial de 5,3%, 0,3% e 3,6%. Na contramão dos resultados negativos, Pará, Mato Grosso, Espírito Santo, Amazonas e São Paulo registraram avanço em março; de 9,0%, 4,7%, 2,8%, 2,6% e e 2,0% respectivamente. Na comparação inter anual estas unidades territoriais apresentam variação na sua produção industrial de 10,1%, 3,4%, -2,4%, 24,3% e 4,0%

O Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) avançou 0,93% em abril após avanço de 0,56% no mês de março. Com o resultado do mês, o índice acumula alta de 2,24% no ano e 2,97% em doze meses. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) avançou 1,26% no mês, resultado superior ao avanço de 0,77% observado em março. A aceleração do índice se deu por ocasião do avanço nos índices relativos a Bens Intermediários e Matérias-Primas Brutas. O Índice de Bens Intermediários subiu 2,00% em abril contra 0,85% no mês anterior por conta do comportamento do subgrupo combustíveis e lubrificantes, cuja taxa de variação foi de 0,62% para 8,56%. No índice de matérias-primas brutas, os comportamentos da soja em grão e do minério de ferro foram os principais respo

Em março, a produção industrial apresentou recuo de 0,1% frente ao resultado de fevereiro na série com ajuste sazonal. Na comparação inter anual, o resultado da indústria é 1,3% superior ao observado para março de 2017. Apesar da taxa positiva na comparação inter anual, esta é a menor nesse tipo de comparação desde junho de 2017, quando foi registrado crescimento de 0,8% frente a junho de 2016. A indústria acumulou alta de 3,1% em 2018 e 2,9% nos últimos doze meses. Dentre os 26 ramos industriais, 14 recuaram na comparação com fevereiro; com destaque para bebidas (-3,6%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-4,2%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-4,2%), produtos de metal (-3,2%), produtos de madeira (-6,1%) e artefatos de couro, artigos para viagem e c

A taxa de desocupação registrada na PNAD Contínua Mensal de março foi de 13,1%. O resultado, superior ao observado de 11,8% no último trimestre do ano passado, se deu em grande parte por ocasião do movimento sazonal do emprego nessa época do ano; mas também por uma perda expressiva nos postos de trabalho e um aumento no nível de desocupação. A queda no emprego se deu em todas as formas de inserção no setor privado; com destaque para a diminuição de postos de trabalho na Indústria, na Construção e no Comércio, de 2,7%, 5,6% e 2,2% respectivamente. A projeção da MB Associados para o desemprego em 2018 é de 11,7%.

A arrecadação da receita federal totalizou R$ 105,659 bilhões em março. O resultado significa um avanço na arrecadação real de 3,95% ante março de 2017, e de 8,42% no primeiro trimestre do ano. Removendo o efeito de receitas extraordinárias e tributação sobre combustíveis, o avanço da receita foi de 2,36% frente ao mesmo mês do ano passado, e de 4,51% no primeiro trimestre. O ganho recorrente e sem combustíveis nas receitas ocorre ininterruptamente desde agosto de 2017.

O Índice de Confiança do Consumidor da Fundação Getúlio Vargas recuou 2,6 pontos, e foi de 92,0 em março para 89,4 em abril. Tanto os índices de Situação Atual quanto o de Expectativas recuaram no mês; 2,3 e 2,5 pontos respectivamente. Segundo os coordenadores do índice, a queda na confiança do consumidor está associada à queda no otimismo dos consumidores de todas as faixas de renda em relação à situação econômica nos próximos meses. Essa queda no otimismo se deve sobretudo à redução das expectativas sobre o mercado de trabalho, cuja recuperação ainda ão acompanhou a recuperação do desempenho econômico. A retomada do consumo em 2017 se deu sobretudo por ocasião da liberação de recursos do FGTS. A recuperação do mercado de trabalho é fundamental para o c

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) teve variação de 0,21% em abril. O resultado é o menor observado para o mês desde 2006. Com ele, o resultado acumulado no ano ficou em 1,08%; o mais baixo desde a implementação do Plano Real, e o acumulado em doze meses permaneceu 2,8%. A única queda dos preços no mês veio do grupo de Comunicação. A queda de 0,15% se deu sobretudo por ocasião da redução nas tarifas das ligações locais e interurbanas de fixo para móvel. Os demais grupos apresentaram altas entre 0,02% e 0,69%; sendo a menor alta do grupo de Educação e a maior do grupo Saúde e Cuidados Pessoais, pressionado pleo aumento de 1,06% nos preços de planos de saúdes e 0,63% dos remédios.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) divulgado pela CNI recuou 2,3 pontos em relação ao resultado observado em março e ficou 56,7 pontos no mês de abril. Ainda assim, o índice se encontra 2,5 pontos acima de sua média histórica e 3,6 pontos acima do observado no mesmo mês do ano anterior. A queda no ICEI pode ser explicada pelo recuo nos seus dois componentes. O Índice de Condições Atuais recuou 2,0 pontos e registrou 51,5 pontos; enquanto o índice de Expectativas registrou 59,4 pontos após recuo de 2,3 pontos. Ainda assim, ambos os índices avançaram se comparados com abril de 2017.

O Monitor do PIB apresentou mais uma vez para o crescimento da economia. Na comparação inter anual, todos os indicadores apontam para uma variação positiva no produto se comparado ao que era observado em fevereiro de 2017. Em relação ao trimestre móvel que se encerra em fevereiro, o PIB cresceu 1,7% de 2017 para 2018. O resultado, apesar de positivo, é inferior ao observado para o trimestre que se encerra em janeiro; o que pode ser ilustrativo de uma desaceleração da recuperação econômica. Nessa comparação inter anual, os destaques positivos vem das atividades de transformação e do comércio, que cresceram 5,4% e 4,7% respectivamente. A atividade agropecuária, por sua vez, retraiu em 1,7% após treze meses de expansão. O consumo das famílias apresentou crescimento de 2,