O IGP-DI registrou variação de 1,48% na passagem de maio para junho. O resultado é inferior ao observado no mês anterior, de 1,64%. Dessa forma, o índice acumula alta de 5,45% no ano e de 7,79% nos últimos doze meses. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) passou de 2,35% em maio para 1,67% em junho. A variação no grupo de Bens Finais passou de 1,05% em maio para 2,02% em junho. No grupo se destaca o comportamento dos alimentos processados, que registraram variação de 5,52% em junho após 1,39% no mês anterior. O índice do grupo Bens Intermediários variou 1,96% em junho, contra 3,30% no mês anterior. O principal responsável por esta desaceleração foi o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa de variação passou de 10,60% para -1,00%. No

Foi fechado ontem o acordo da Embraer com a Boeing, cujos detalhes ainda não são totalmente conhecidos. A principio a Boeing vai comprar 80% do segmento de aviões comerciais por US$ 3,8 bilhões. A parte adquirida irá fechar o capital e o remanescente – defesa e aviação executiva – ficará com a antiga Embraer. As ações caíram quase 15% ontem. A primeira preocupação é que embora represente 45% do faturamento da empresa, a parte que seguirá em Bolsa (defesa e aviação executiva), responde por apenas 10% do lucro da companhia. O mercado também está apreensivo pois a concretização do acordo levará tempo. A expectativa é que o mesmo só seja finalizado no final de 2019, quando teremos um novo Governo. Será que ele poderá atrapalhar?

O IPCA registrou variação de 1,26% em junho, resultado amplamente superior à variação de 0,40% observada em maio. Com o resultado do mês, o índice acumula alta de 2,60% no ano e 4,39% nos últimos doze meses. Os grupos de Habitação, Alimentação e Bebidas, e Transporte foram os principais responsáveis pelo resultado do mês; tendo variado 2,48%, 2,03% e 1,58% respectivamente. Apenas o grupo de Vestuário apresentou deflação no mês, de 0,16%. A projeção da MB Associados para a inflação pelo IPCA em 2018 é de 3,8%

Nesta quarta-feira, foi aprovado na Câmara dos Deputados o texto-base do projeto de lei que destrava a venda de seis distribuidoras da Eletrobrás, ficando para a próxima semana a votação dos destaques. Com tudo aprovado o texto será enviado para o Senado. As distribuidoras a serem privatizadas são do Estado do Acre, Alagoas, Amazonas, Piauí, Rondônia e Roraima. Este é o primeiro passo para o encaminhamento da privatização da Eletrobrás, cujo leilão está marcado para o dia 26 de julho.

Nesta quarta-feira, a Câmara dos Deputados aprovou, sem modificações, o Projeto de Lei que permite que outras empresas possam operar nos blocos atualmente controlados pela Petrobrás, o que altera as regras do pré-sal, portanto. Para que passe a ter validade, o projeto ainda precisa ser votado no Senado e sancionado pelo Presidente da República, Michel Temer. Pelos cálculos da equipe econômica do governo, a proposta permitirá que seja realizado um leilão de blocos que pode alcançar mais de R$ 100 bilhões para a União.

O relatório mensal de emprego da ADP apontou para a criação de 177 mil vagas de emprego no setor privado dos Estados Unidos na passagem de maio para junho. Na análise por tamanho das empresas, foram as grandes empresas; com 500 funcionários ou mais, as principais responsáveis pela criação de empregos, 69000 na passagem do mês. Na análise por setor, as empresas de provisão de serviços criaram 148000 vagas, ao passo que as produtoras de bem criaram 29000 vagas de emprego. Empresas de serviços de educação e saúde, serviços profissionais e transportes foram as principais responsáveis pela geração de emprego, criando 46000, 33000 e 24000 postos de trabalho respectivamente.

A produção industrial recuou 10,9% na passagem de abril para maio, refletindo os efeitos da greve no transporte de carga. Na comparação com maio de 2017, a indústria recuou 6,6%. Ainda assim, o setor industrial acumula alta de 2,0% em 2018 e de 3,0% nos últimos doze meses. Dentro das grandes categorias econômicas, aquelas que apresentaram maior recuo na passagem do mês foram os Bens de Capital e os Bens de Consumo duráveis; de 18,3% e 27,4% respectivamente. Na comparação interanual, as categorias que apresentaram maior recuo foram os Bens de Consumo, Duráveis e Semi-Duráveis; de 11,9% e 9,1%. Dentre os ramos industriais, veículos automotores, reboques e carrocerias, e produtos alimentícios apresentaram as quedas nas atividades que tiveram maior impacto para o resultado da

Os preços da Indústria Geral registraram variação de 2,33% em maio após avanço de 1,58% em abril. Com o resultado, a inflação pelo IPP acumula alta de 5,96% no ano e 10,45% em doze meses. Na passagem do mês, as atividades industriais que apresentaram maior variação positiva nos preços foram refino de petróleo e produtos de álcool, fumo e outros equipamentos de transporte; de 7,36%, 4,80% e 4,63%. A maior variação negativa observada veio das indústrias negativas, de 4,10%. No resultado acumulado no ano, as atividades industriais que apresentam maior alta nos preços são refino de petróleo e produtos de álcool, outros produtos químicos, papel e celulose e indústrias extrativas; de 12,69%, 9,91%, 9,12% e 8,61% respectivamente.

O Supremo Tribunal Federal declarou hoje a constitucionalidade do fim do imposto sindical obrigatório, estabelecido pela reforma trabalhista. Ao todos foram seis votos pela manutenção da proposta da reforma; Fux, Moraes, Barroso, Marco Aurélio, Gilmar e Carmem Lúcia. Os votos contrários foram de Rosa, Fachin e Toffoli.

O IGP-M de junho avançou 1,87% em junho após variação de 1,38% em maio. Com o resultado, a inflação pelo índice acumula alta de 5,39% no ano e 6,92% em doze meses. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) avançou de 1,97% em maio para 2,33% em junho. A taxa do grupo dos Bens Finais foi de 0,27% em maio para 2,33% em junho. A principal contribuição para o avanço no índice do grupo veio dos alimentos processados; cuja taxa de variação passou de 0,75% para 4,77%. No que diz respeito ao grupo de Bens Intermediários, a variação passou de 2,60% para 2,42%. A desaceleração seu deu sobretudo por ocasião na queda da variação do preço de combustíveis, que foi de 10,35% para 1,86%. O grupo de Matérias-Primas Brutas variou 1,92% em junho após registrar variação de 3,32

    

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