Os mercados de ações estão sob pressão pelas discussões entre por EUA e China. Um representante do governo da China afirmou que o país fará o possível para se proteger contra as tarifas dos EUA. Segundo notícias, os EUA poderiam passar de 10% para 25% o valor das tarifas impostas sobre os US$ 200,0 bilhões em produtos da China.  O IBGE divulgou há pouco o Índice de Preços ao Produtor, que registrou alta de 2,28% em julho (acumulo no ano: 8,62%; acúmulo em 12 meses: 13,4%). Ainda hoje para o Brasil teremos as seguintes divulgações: PMI Markit da Indústria de Transformação (julho), às 10h; IC-Br (julho), às 12h30; e anúncio da taxa de Selic pelo Banco Central, no fim da tarde – o mercado espera manutenção da taxa em 6,50%. Na agenda internacional, foram divulg

De acordo com o blog de notícias Jota, o presidente Michel Temer enviou para o congresso um projeto de lei que altera as regras do recolhimento do Imposto de Renda para fundos de investimento. Para além disso, o PL aborda também a tributação da variação cambial de investimentos realizados no exterior quando há a utilização de hedge com o objetivo de reduzir os riscos da operação. De acordo com o próprio governo, o projeto de lei geraria um aumento de R$ 10,7 bilhões na arrecadação do IR em 2019. Caberá ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, definir por quais comissões o PL deverá passar.

O IGP-M registrou variação de 0,51% na passagem de junho para julho ante 1,87% observado no mês anterior. Com isso, o índice acumula alta de 5,92% no ano e 8,24% nos últimos doze meses. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) passou de 2,33% em junho para 0,50% em julho. Os índices relativos ao estágios de processamento apresentaram variação inferior à do mês anterior; o grupo de Bens Finais variou -0,15% após 2,58% no mês anterior, o grupo de Bens Intermediários passou de 2,48% para 2,11% e o grupo de Matérias-Primas Brutas apresentou deflação de 0,70% após alta de 1,92%. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,44% em julho, ante 1,09% em junho. A principal contribuição para o resultado veio do grupo de Alimentos, cuja taxa de variação foi de 1,555 p

O Índice de Confiança da Construção da FGV registrou 81,0 pontos na passagem de junho para julho, recuperando 1,7 pontos dos 3,1 perdidos de maio para junho por ocasião da paralisação no transporte de cargas. A recuperação do índice indica uma reação exagerada por parte dos empresários da construção à greve, mas ao mesmo tempo é ilustrativa das incertezas associadas à retomada do crescimento. A recuperação lenta da atividade no setor, coadunada com resultados negativos por dois meses seguidos na geração de empregos na construção civil apontados pelo CAGED levaram a uma revisão das expectativas por parte dos empresários.

O Monitor do PIB da FGV apontou para a redução de 1,5% da atividade econômica na passagem de abril para maio. Na comparação com maio de 2017, o PIB apresentou retração de 1,8%. A queda na atividade econômica é consequência da paralisação dos transportes de carga; sendo que os setores de transportes e da indústria de transformação foram os mais atingidos; registrando respectivamente recuos de 14,5% e 9,1% na comparação interanual. O consumo das famílias apresentou crescimento de 2,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Os efeitos da greve se fizeram sentir sobretudo no consumo de bens duráveis, que tinha crescido 17,2% na comparação interanual em abril e cresceu apenas 8,6% em maio. A Formação Bruta de Capital Fixo cresceu 1,7% no trimestre que se encerra e

Há pouco foi divulgado pelo Ministério do Trabalho os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) que, em junho, teve saldo negativo de 661 vagas. O número foi resultado de 1.167.531 contratações contra 1.168.192 demissões e foi a primeira queda no ano – a última havia sido registrada em dezembro de 2017, quando foram fechadas 339.625 vagas formais. Com este resultado, o país apresenta saldo de 344.057 postos de trabalho abertos no ano até junho.

O IPCA-15 registrou variação de 0,64% no mês de julho após variação de 1,11% em junho. Dessa forma, o índice acumula alta de 3,00% no ano e de 4,53% nos últimos doze meses. Os grupos de Alimentação e Bebidas, Transportes e Habitação tiveram os principais impactos no índice geral, ao variarem respectivamente 0,61%, 0,79% e 1,99%. No grupo de alimentos foi observada uma desaceleração em relação à variação de 1,57% observada em junho. O realinhamento dos preços após o impacto da paralisação dos caminhoneiros levou à queda nos preços de vários itens; cm destaque para a batata inglesa, o tomate e a cebola, que tiveram variação negativa nos preços superior a 20%. No grupo dos transportes por ocasião dos mesmo ajuste dos preços após a paralisação houve desace

A 2ª prévia do IGP-M avançou 0,53% em julho e desacelerou em relação à variação de 1,75% observada no mês passado. O Índice de Preços ao Produtor Amplo foi de 2,24% em junho para 0,52% em julho. Houve queda na taxa de variação dos preços para todos estágios de processamento. Nos Bens Finais, se destacou o comportamento do grupo alimentos in natura; cuja variação foi de 8,55% para -10,22% em julho. O subgrupo suprimentos teve desaceleração na sua variação, de 5,15% para 2,12%, sendo o principal responsável pelo resultado observado para os Bens Intermediários. A taxa do grupo Matérias-Primas Brutas passou de 2,10% em junho para -1,10% em julho. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,39% no segundo decêndio de julho, ante 0,99%, nomesmo período do mês a

Na passagem de abril para maio, o volume de serviços recuou 3,8%. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a queda no volume ocorreu na mesma magnitude. Com esse resultado, o setor de serviços acumula queda de 1,3% no ano e 1,6% nos últimos doze meses. Na passagem do mês, os recuos mais intensos no setor vieram dos estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais; de 8,6%, 5,45% e 5,0%. O principal avanço observado foi no Distrito Federal, de 1,7%. Na comparação interanual, os estados do Ceará, Paraná e Bahia apresentaram as retrações mais expressivas no volume de serviços; de 12,6%, 11,6% e 9,8% respectivamente. O Distrito Federal, novamente, apresentou o avanço mais significativo, de 4,8%.

Na passagem de abril para maio, o volume de vendas do comércio varejista caiu 0,6%. Na comparação com maio de 2017, por sua vez, houve avanço de 2,7%. Com isso, o varejo acumula alta de 3,2% no ano e 3,7% nos últimos doze meses. Na passagem do mês, a maior variação positiva foi registrada no volume de vendas de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo; de 0,6%. As maiores quedas foram observadas Livros, jornais, revistas e papelaria, e Combustíveis e Lubrificantes; de 6,7% e 6,1% respectivamente. Na comparação interanual, as maiores variações positivas são observadas no volume de vendas de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, e de Artigos Farmacêuticos; de 8,0% e 4,5%. As maiores quedas vieram de Livros, jornais,