Até o momento, o mercado de ações apresenta tendência positiva. Na Ásia, destaque para a alta de 2,28% do Índice Nikkei, já que o iene recuou parte de sua recente força em meio às incertezas na Turquia. Os exportadores, incluindo montadoras e "players" de tecnologia, se recuperaram. Todos os 33 setores de Tóquio terminaram em território positivo. Por sua vez, o Índice Shanghai fechou em ligeira queda de 0,18%, com os dados de atividade vindo abaixo do esperado. Os mercados na Europa operam em alta, com os dados do PIB acima do esperado. Há pouco foi divulgada, pelo IBGE, a Pesquisa Mensal de Serviços, segundo a qual o setor subiu 6,6% em junho ante maio, recuperando-se da queda anterior de 5% -- no acumulado do ano, o setor apresenta queda de 0,9% e, em 12 meses, queda de 1,

Até o momento, o mercado ainda se mostra bastante avesso ao risco, em consequência da situação da economia turca. Com isso, o dólar se fortalece. Na Ásia, destaque para a queda de 1,98% do Índice Nikkei, sob pressão das ações de empresas exportadoras, reflexo da valorização do iene. Na Europa, as bolsas operam com a mesma tendência de queda. Há pouco foi divulgado o Boletim Focus pelo Banco Central. De acordo com o relatório, a mediana das projeções foram as seguintes: O IPCA avançou de 4,11% para 4,15% para 2018 e permaneceu em 4,10% para 2019; o PIB recuou de 1,50% para 1,49% em 2018 e se manteve em 2,50% para 2019; o câmbio permanece em R$/US$ 3,70 para este ano; finalmente, a Selic ficou em 6,50% para este ano e 8% para 2019. Na agenda internacional, destaque para a

A maior parte das bolsas apresentam comportamento de queda até o momento, refletindo, principalmente, a vulnerabilidade do sistema financeiro turco. Para as bolsas asiáticas, destaque para o recuo de 1,33% do Índice Nikkei, a despeito da 2ª prévia do PIB Japonês ter registrado alta de 0,5%, acima do esperado pelo mercado. Os mercados europeus operam com perdas. Há pouco foi divulgada pela FGV a 1ª prévia do IGP-M de agosto, que subiu 0,7%, após ter subido 0,41% na 1ª prévia de julho -- com isso, o índice acumulou alta de 6,66% no ano e avanço de 8,89% em 12 meses. O IBGE divulgou a Pesquisa Mensal do Comércio, segundo a qual as vendas no comércio varejista recuaram 0,3% em junho ante maio – com isso, o índice acumulou em 12 meses de 3,6% e, no ano, de 2,9%. Na agenda in

O mercado acionário apresenta altas e baixas nesta manhã. Enquanto, na Ásia, o Índice Nikkei apresentou ligeira queda de 0,20%, o Índice Shanghai fechou em alta de 1,83%, impulsionado pela alta das ações de empresas de tecnologia. Os mercados europeus, por sua vez, operam bastante voláteis. Há pouco foi divulgada pela Conab o 11º Levantamento da Safra de Grãos 2017/2018, segundo a qual a produção brasileira de grãos deve atingir 228,6 milhões de toneladas, o que corresponde a uma queda de 3,8% em relação à safra anterior. O IBGE divulgou a Produção Industrial Mensal Regional, que avançou em 13 dos 15 lugares pesquisados, de maio para junho – São Paulo registrou alta de 14,8% após queda de 11,4%, acima do índice nacional, de 13,1%, portanto. Na agenda internaciona

Ontem, o Departamento do Comércio dos EUA anunciou a lista de produtos importados da China, no valor de US$ 16 bilhões, cujas taxas incidirão a partir do próximo dia 23 (quinta-feira). Com isso, as bolsas na Ásia encerraram o pregão no campo negativo, com destaque para Shanghai, que recuou 1,27%.Os mercados europeus, por sua vez, apresentam estabilidade. Hoje foi divulgado pela FGV o IGP-DI, que subiu 0,44% em julho, após alta de 1,48% do mês anterior -- no acumulado em 12 meses, o Índice registra alta de 8,6%. O IBGE divulgou o IPCA, que teve variação de 0,33% de junho para julho – no acumulado do ano, o índice registrou alta de 2,94% e, em 12 meses, de 4,48%. Na agenda internacional, destaque para a divulgação da inflação do mês de julho na China, a ser divulgada às

Nesta manhã, os mercados de ações registram alta até o momento, com os investidores ignorando incerteza sobre a disputa comercial entre EUA e China, preferindo se concentrar em notícias sobre lucros das empresas . As bolsas asiáticas fecharam suas sessões no campo positivo, com destaque para o avanço de 2,74% do Índice Shanghai, após quatro dias consecutivos de queda. As principais bolsas europeias operam com ganhos. Há pouco foi divulgado, pela FGV, o Indicador Antecedente de Emprego, que recuou 0,8 ponto em julho ante junho, para 94,7 pontos - após cinco meses consecutivos de quedas, o indicador atingiu o menor nível desde dezembro de 2016, quando estava em 90,0 pontos. Na agenda internacional, destaque para a divulgação da Produção Industrial da Alemanha, que mudou de

Até o momento, o mercado de ações opera majoritariamente no campo negativo, com atenção ao conflito entre EUA e China. As bolsas asiáticas fecharam o pregão em queda, com destaque para o recuo do Índice Shanghai em 1,29%. Por sua vez, as bolsas europeias também operam no campo negativo. Na ausência de dados internacionais relevantes, o mercado observa os dados domésticos. Há pouco foi divulgado, pelo Banco Central, o Boletim Focus, cujas projeções foram as seguintes: IPCA foi ajustado de 4,10% para 4,11%, para 2018, e de 4,11% para 4,10%, para 2019; o PIB continua em 1,50% e 2,50%; Selic ficou em 6,50% e 8,0%; e câmbio continuou em R$/US$ 3,70 para 2018 e 2019. Ainda no Brasil, a Anfavea divulgará, às 11h20, a Produção e venda de veículos de julho. Sem horário definid

O mercado acionário apresenta altas e baixas nesta manhã. Enquanto, na Ásia, o Índice Shanghai apresentou queda de 1%, o Índice Nikkei fechou em ligeira alta de 0,06%. Os mercados europeus, por sua vez, apresentam certa recuperação pela manhã. Na agenda doméstica, destaque apenas para o PMI Composto do mês de junho, a ser divulgada pela Markit, às 10h30. Lá fora, já foram divulgados os PMIs Composto do mês de julho da Alemanha (subiu de 54,8 para 55,0) e Área do Euro (caiu de 54,9 para 54,3). Nos Estados Unidos, destaque para a divulgação da Taxa de Desemprego, às 9h30, e do Índice ISM do setor de serviços, às 11h, ambos para julho. Eventos: 08h: Presidente Michel Temer viaja ao Ceará 10h30: Ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, tem reunião com Marcelo Santos Bar

A produção industrial nacional cresceu 13,1% na passagem de maio para junho, revertendo a queda de maio ocasionado pela greve no transporte de cargas. Na comparação com junho de 2017, a produção avançou 3,5%. Com esse resultado, a indústria acumula alta 2,30% no ano e de 3,20% nos últimos doze meses. Dentre as grandes categorias econômicas, os Bens Duráveis e Bens de Capital apresentaram os avanços mais significativos na margem; de 34,4% e 25,6% respectivamente. Na comparação interanual foram as mesas categorias que apresentaram o maio avanço. Dentre os ramos industriais, aqueles que apresentaram maior avanço na passagem do mês foram veículos automotores, reboques e carrocerias e bebidas; de 47,1% e 33,6%. A projeção da MB Associados para o crescimento da Produção

O mercado de ações no mundo, em sua maioria, opera no campo negativo até o momento, seguindo a tendência do que mencionamos ontem a respeito das tarifas de Trump. Na Ásia, as bolsas fecharam com perdas consideráveis, com o Índice Nikkei em queda de 1,03% e o Índice Shanghai, também em queda, de 2%. As bolsas europeias apresentam a mesma tendência de baixa. Há pouco foi divulgada, pelo IBGE, a Pesquisa Industrial Mensal, que cresceu 13,1% em junho frente a maio, o que foi a maior alta da série histórica. No acumulado no ano, a alta foi de 2,3% e, em 12 meses, 3,2%. Também foi divulgado, pela FIPE, o IPC-Fipe, que fechou julho com alta de 0,23%, após o avanço de 1,01% no mês anterior. Na agenda internacional, destaque para a divulgação da taxa de juros do Reino Unido, que